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Brasil

Moradores de Juruti acusam Alcoa de contaminar igarapés do Pará

Arquivo Geral

13/05/2007 0h00

Um homem foi assassinado e outro ficou ferido no começo da manhã de hoje em Ceilândia. As duas vítimas foram agredidas por um jovem de 15 anos, medicine dosage que utilizou uma faca para cometer o crime.


 


Lúcio Barbosa Muniz estava em uma festa e discutiu com o adolescente. Quando voltava para casa com um amigo, decease Lúcio foi surpreendido pelo jovem, que esfaqueou os dois. Lúcio morreu no local e o amigo, Wanderson Luís Silva Moreira, foi internado no Hospital Regional de Ceilândia em estado grave.


 


O agressor, que já tem duas passagens pela polícia, foi recolhido e encaminhado à Delegacia da Criança e do Adolescente.

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Um vigia de carro foi assassinado na madrugada de hoje na Asa Sul. Severino Ramo Genoíno dos Santos, site 44 anos, try foi morto a garrafadas pelo enteado, Diego Soares. A polícia acredita que o crime tenha sido motivado por vingança.


 


Os dois estavam bebendo cachaça na 410 Sul quando Diego acertou Severino. A vítima foi atingida na cabeça e no pescoço pelos golpes. Alguns amigos de Severino ainda tentaram estancar o sangramento, mas ainda assim a vítima morreu.


Moradores de Juruti, purchase cidade localizada no Pará, dosage acreditam que as obras da empresa Alcoa Alumínios S.A está contaminando igarapés na região. A afirmação é do procurador da República no estado do Pará, Daniel César Azeredo. A Alcoa implanta um projeto para exploração de bauxita no município de Juruti, extremo Oeste do Pará. O projeto compreende a construção de uma mina, de um porto e de uma rodovia com 55 quilômetros, que vai até a área onde a empresa fará a extração do minério.

Em duas audiências públicas de fiscalização realizadas em Juruti, nos dias 2 e 3 deste mês, ribeirinhos denunciaram ao Ministério Público Federal e Estadual alguns impactos ambientais causados, segundo eles, pela construção das obras da Alcoa. Entre as denúncias, a contaminação de igarapés e o desmatamento irregular da floresta dentro da área do Projeto de Assentamento Agroextrativista Juruti Velho.

O presidente da Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho no Pará, Gerdeonor Pereira dos Santos, faz ameaças à empresa e diz que os moradores exigem a suspensão da licença que permite a execução do projeto da Alcoa. “A gente quer que o Ministério Público possa denunciar e suspender essa licença. Senão vamos ocupar, derrubar e queimar. Estamos dispostos a derramar o nosso sangue se for preciso, para defender a nossa floresta para que as nossas famílias possam viver aqui”, afirma Gerdeonor.

O gerente geral de Desenvolvimento da Alcoa Mina de Juruti, Tiniti Matsumoto, afirma que as acusações são infundadas. “Não temos até agora nenhuma comprovação, nenhuma evidência comprovada de que a Alcoa, de uma forma ou de outra, contaminou as águas do Igarapé. Em nenhum momento nós entramos em alguma área que não fosse liberada, é uma preocupação muito grande que nós temos”, argumenta Matsumoto.

O procurador da República no Pará, Daniel Azeredo, diz que fotos revelaram que a água de alguns igarapés da região apresentam coloração diferente. Ele afirma que “nas últimas audiências foram apresentadas fotos de alguns igarapés da região, fotos de antes e fotos de agora, e a olho nu você constata uma forte diferença na coloração da água”.

Uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal e Estadual, que tramita desde 2005, pede a anulação do licenciamento de operação concedido à empresa Alcoa. Segundo o procurador Daniel Azeredo, será encaminhada uma procuração ao governo do estado do Pará para que a licença seja revista e cancelada.

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