“Atualmente, estamos negociando um novo contrato com a Spyker”, disse Monteiro ao site F1Racing.Net. “No entanto, existem sempre muitas coisas a falar, antes de se assinar o que quer que seja. Também fomos contatados por outras equipas, mas a Spyker é, sem dúvida, a minha atual prioridade”, ponderou.
Embora não revele quais sejam as outras equipes que sondaram seu nome, o português garante que prefere continuar com o grupo holandês pelo relacionamento sólido dentro da equipe. Desde o Grande Prêmio do Brasil, ele vem se ocupando com eventos de patrocinadores e com exercícios físicos. Mas sua agenda deve ser agitada nas próximas semanas, quando participará de uma prova de rali em Portugal.
“Em quinze dias, vou participar de minha primeira prova de rali. A Peugeot me convidou para pilotar o carro número zero na última etapa do campeonato nacional. Acredito que será uma grande experiência”, disse.
Português de família brasileira, Tiago Monteiro estreou em 2005 na Fórmula 1 e, caso confirme a permanência na Spyker, terá um curioso fato em seu currículo: correrá por três equipes diferentes em três anos seguidos, sem ter mudado de equipe.
No ano passado, estreou pela Jordan, quando conseguiu marcar sete pontos, sendo que seis deles oriundos do terceiro lugar no infame GP dos EUA. Ao final do ano, a equipe do irlandês Eddie Jordan foi vendida ao magnata russo Alex Schnaider e passou a se chamar MidlandF1, que optou pela permanência de Monteiro. No fim de 2006, o grupo holandês Spyker adquiriu a estrutura da escuderia e a rebatizou, renovando com Christijan Albers e sondando o piloto da cidade do Porto.
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