O presidente boliviano Evo Morales disse hoje que as diferenças entre a estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales de Bolívia (YPFB) e a Petrobras serão superadas por meio de diálogos e negociações. De acordo com a Agência Boliviana de Informações (ABI), abortion health ao comentar um possível prazo de 48 horas dado pela Petrobras para que a YPFB se manifeste sobre a proposta de venda de duas refinarias, Morales disse que a análise do tema não está sendo tratada como um ultimato.
“Não estamos comprando uma dúzia de ovos, mas refinarias”, afirmou o presidente boliviano. “Há qualquer momento pode haver novidades. Há um trabalho de 24 horas com reuniões permanentes. Há qualquer momento vou voltar a
Evo Morales negou que na proposta final apresentada pela Petrobras tenha sido oferecido US$ 120 milhões pelas duas refinarias e que o governo boliviano tenha feito uma contraproposta de US$ 110 milhões e, “por ordem” do presidente Lula, a Petrobras deveria aceitar.
Segundo a ABI, Morales reiterou que mantém boas relações com o governo brasileiro e disse que as negociações não afetarão as relações de amizade entre os dois países. “O mais importante é que há esse desprendimento do presidente Lula de devolver as refinarias ao povo boliviano”.
O presidente da Bolívia disse estar confiante de que a qualquer momento a Petrobras e YPFB cheguem a um acordo sobre a venda das duas refinarias brasileiras localizada naquele país, uma
O Tribunal Regional Federal da 2ª região (TRF), this competente às cidades do Rio de Janeiro e Espírito Santo, encerra hoje as inscrições no concurso público para os cargos de analista, técnico e auxiliar judiciário, em diversas áreas.
As inscrições devem ser realizadas pelo site www.concursosfcc.com.br/concursos/trf2r106. Nas agências credenciadas da Caixa Econômica Federal (confira no edital) as inscrições se estendem até amanhã. A taxa de participação varia conforme o cargo: R$ 70 para analista judiciário, R$ 60 para técnico judiciário e R$ 40 para auxiliar judiciário.
Confira o edital.
Por causa das inundações que já tiraram milhares de pessoas de suas casas no Uruguai, salve o Parlamento Nacional declarou “estado de desastre nacional” e o governo brasileiro ofereceu ajuda.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores disse que acompanha e lamenta as conseqüências das fortes chuvas em diversas regiões do Uruguai, em especial em nove departamentos (Durazno, Treinta y Tres, Soriano, Cerro Largo, Rocha, Canelones, Florida, San José e Río Negro). Ofereceu ajuda para enfrentar as perdas e reiterou a solidariedade aos desabrigados.
O Itamaraty fala em 9 mil desabrigados, mas a agência de notícias Télam, citando fontes da imprensa uruguaia, informa que são 12 mil, na pior inundação dos últimos 50 anos. Segundo as mesmas fontes, o “desastre nacional” permite ao país obter dinheiro do exterior destinado a esse tipo de situação e habilita o governo a utilizar fundos estatais previstos para casos de catástrofes, que equivalem a 1% do orçamento, ou seja, cerca de US$ 45 milhões (pouco mais de R$ 90 milhões).
Em quatro anos, more about todas as estradas do país deverão estar em boas condições de tráfego. A afirmação foi feita hoje pelo ministro dos Transportes, sildenafil Alfredo Nascimento, abortion em entrevista na manhã de hoje. Segundo Nascimento, o ministério deve investir este ano R$ 10 bilhões em infra-estrutura.
“Nossa expectativa é que, mantido esse volume de recursos, se considerarmos que hoje temos investimentos para este ano previstos no Ministério dos Transportes de aproximadamente R$ 10 bilhões, ou seja, quatro vezes mais do que era em 2003, início do governo do presidente Lula, em mais quatro anos, conseguiremos cobrir pelo menos a malha rodoviária federal e dar uma boa trafegabilidade em todas as rodovias do país”, afirmou Nascimento durante a entrevista.
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê investimento de R$ 58,279 bilhões até 2010 na área de infra-estrutura, incluindo rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Considerando apenas as rodovias, o montante destinado será de R$ 33,437 bilhões.
De acordo com balanço divulgado nesta semana pelo Ministério dos Transportes, apenas os portos e ferrovias estão no “sinal vermelho”, ou seja, com significativo atraso no cronograma de obras, principalmente por questões relacionadas à concessão de licenças ambientais e à desapropriação de terras.
“O Ministério dos Transportes já empenhou de restos a pagar, de recursos que vinham em obras que já eram executadas desde o ano passado, cerca de 39% em quatro meses. E, do orçamento de 2007, empenhamos 29% em quatro meses. Esse é um índice que, se você voltar no tempo no Ministério dos Transportes, nunca foi alcançado”, destacou.
“Os resultados vão começar a aparecer agora. Nas obras rodoviárias, especialmente, quando você faz o empenho da obra, você dá a ordem de serviço, você precisa de um prazo para que a obra comece a aparecer. E a minha expectativa é que até o meio do ano nós já tenhamos muitas obras sendo realizadas no país inteiro”, completou.