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Brasil

Ministro diz que Olimpíada de Matemática é maior evento de ciência do mundo

Arquivo Geral

14/04/2007 0h00

A falta de informação é o principal motivo que leva a maioria dos brasileiros a se posicionar contra o aborto, viagra cure na avaliação de integrantes de movimentos feministas que são favoráveis ao aborto no Brasil. Segundo Dulce Xavier, clinic do movimento Católicas Pelo Direito de Decidir, as pessoas não levam em conta a dificuldade de acesso aos métodos contraceptivos e a violência sexual contra as mulheres, o que leva, muitas vezes, a uma gravidez indesejada.”Isso faz com que as pessoas se manifestem radicalmente contra, sem analisar toda a questão que envolve a interrupção da gravidez de forma clandestina no Brasil”, afirma, lembrando também que esses fatores fazem com que o índice de mortalidade materna continue alto no país.

Na avaliação da militante, que também participa da Jornada pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro, é preciso discutir a questão do ponto de vista da saúde, e não apenas como uma questão moral. “Contra o aborto todas as pessoas são. Ninguém defende o aborto como método anticoncepcional. O que o movimento de mulheres está reivindicando é que ele deixe de ser crime para justamente diminuir a sua prática”.

Ela considera as declarações do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, bastante importantes para a questão da saúde pública no Brasil por incluir o tema do aborto clandestino na questão de saúde reprodutiva. “Isso é também um reconhecimento de que as mulheres têm condição de tomar decisão sobre o seu corpo e que a sociedade precisa respeitar a decisão das mulheres”.

Ela explica que a função dos católicos não é julgar as mulheres que recorrem ao aborto. “Nenhum ser humano cristão deve julgar a atitude dos outros, ao contrário, deve acolher e demonstrar a sua solidariedade com essas pessoas que estão num momento difícil da vida”, afirma Xavier.

Para Sílvia Marques Dantas, integrante da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos e representante do movimento de mulheres no Conselho Nacional de Saúde, as poucas informações existentes na sociedade são distorcidas. “É necessário mais informação, mais educação para que as pessoas se posicionem melhor sobre isso”, alega.

Ela lembra os avanços obtidos pelo governo federal em relação ao assunto, como na elaboração de normas técnicas para os abortos já previstos em lei, com o objetivo de dar uma melhor assistência às mulheres. Apesar de considerar o posicionamento do ministro da Saúde realista, ela não concorda com a realização de um plebiscito sobre o tema, pois, segundo ela, essa é uma questão privada.

A conselheira admite que a distribuição de contraceptivos pelo governo federal ainda é feita de forma irregular, e que as mulheres ainda têm dificuldade para se prevenir. No entanto, ela acredita que, mesmo se tivessem mais acesso aos métodos preventivos, as mulheres brasileiras continuariam praticando abortos, embora em menor escala.

Analisando a realidade de outros países, Dantas prevê que, se aprovada a legalização do aborto no Brasil haveria um aumento da realização desse procedimento no início, mas logo após a incidência deveria diminuir. “Isso porque a descriminalização do aborto vem acompanhada de uma série de medidas que garantem às mulheres fazer o acesso à contracepção. Nos países em que o aborto é legalizado, existe uma legislação que presta uma melhor assistência ás mulheres e que por isso, reduz a incidência de casos de gravidez não desejada”, explica. Não há chance de discutir a legalização do aborto no Congresso Nacional, afirma a deputada.

O Congresso Nacional ainda não está preparado para debater a ampla legalização do aborto. Esta é a avaliação da deputada federal Luciana Genro (PSol-RS), que defende a discussão do tema com a sociedade brasileira. Ela apresentou na Câmara dos Deputados um projeto de lei que permite o aborto em casos de fetos que não desenvolveram o cérebro.

Segundo a parlamentar, essa foi uma forma de abordar a questão de forma mais amena. “Eu acredito que esse é um caso em que mesmo as pessoas que são frontalmente contrárias ao aborto podem compreender e aceitar”, explica a deputada. Para Genro, a sociedade brasileira e o Congresso Nacional estão mais preparados para um pequeno passo como este do que para um gigantesco passo que seria o fim da criminalização completa do aborto.

Luciana Genro acha que é esse raciocínio que move a ação dos demais parlamentares favoráveis ao aborto. É que a maioria das propostas apresentadas pelos deputados e senadores brasileiros tratam apenas de casos específicos.

No Senado, existem apenas três matérias tramitando sobre o assunto, e todas abordam a permissão do aborto no caso de o feto se desenvolver sem cérebro ou com doença grave que o leve à morte ainda no útero.

Na Câmara, 19 propostas tratam diretamente do assunto, das quais sete são contra o aborto e pedem a revogação dos direitos já garantidos (como nos casos de estupro ou risco de morte para a mãe) ou a tipificação do aborto como crime hediondo. Nove projetos são favoráveis ao aborto em casos específicos e apenas uma propostas de lei pede a descriminalização total do aborto. O Projeto de Lei 1.135/91 está na Comissão de Seguridade Social e Família desde 1992.

Para Luciana Genro, essa realidade se impõe porque existe uma bancada extremamente conservadora dentro do Parlamento brasileiro. Segundo ela, embora o Congresso Nacional seja a caixa de ressonância da sociedade brasileira, ele também tem algumas distorções. “Isso é resultado do poder econômico, do dinheiro que compra muitos mandatos”, avalia a parlamentar. “Então, efetivamente, aqui no Congresso Nacional não há chance de um projeto que defenda a legalização ampla do aborto prosperar. Não há nenhuma possibilidade”, conclui.

A discriminação social é uma das principais razões apontadas por Luciana Genro para defender a legalização do aborto. Segundo ela, não é justo que as mulheres ricas recorram a clínicas especializadas enquanto as pobres tenham que realizar abortos em condições precárias, arriscando sua saúde e sua vida. “Os números mostram que o aborto é uma realidade na sociedade brasileira”, afirma a parlamentar, que defende a realização de um debate sem a interferência de crenças religiosas.

Segundo ela, o estado brasileiro, por ser laico, deve priorizar o bem-estar do conjunto da população e as políticas públicas adequadas para garantir a saúde pública. “Algumas mulheres decidem ter um filho mesmo sem condições, ou diante de um estupro. Essas são decisões heróicas que devem ser aplaudidas. Mas aquelas que não conseguem levar adiante, que não tem condições emocionais ou financeiras de levar adiante essa gravidez, não devem ser penalizadas”, afirma a parlamentar.

A deputada gaúcha acredita que a realização de um plebiscito sobre o tema seria a forma mais democrática de decidir a questão, mas ressalta que ele deveria ser precedido por um amplo debate onde todas as partes pudessem se expressar. Para ela, a discussão na sociedade brasileira ainda não está madura. “Justamente por isso é que precisamos fazer o debate, para que a população possa se posicionar de forma tranqüila e equilibrada sobre o assunto, sabendo que a opção pela fé religiosa é um direito de cada um, mas que isso não pode impor ao conjunto da sociedade a sua opinião”, posiciona-se Luciana Genro.

Para a Parlamentar, o Brasil ainda não teve um debate tranqüilo e despido de emocionalidades radicais sobre esse assunto. Ela congratulou o ministro da Saúde pela iniciativa de abordar o assunto e disse que, pela delicadeza do tema, a decisão não pode ser imposta à sociedade. “Ninguém quer impor um conceito que não está maduro na sociedade. Abrir essa discussão é o primeiro passo e a partir disso nós vamos poder evoluir para pensar qual a melhor forma de tomar uma decisão”, argumenta.

Quatro pessoas foram feridas ontem por disparos de arma de fogo no Distrito Federal. Duas das vítimas morreram e os autores estão sendo procurados.


 


No Guará II, information pills João Victor Cesário Martins, salve 25 anos, there levou um tiro na perna quando passava pela QE 34. Ele foi socorrido no Hospital de Base e o autor do disparo ainda não foi capturado.


 


Em São Sebastião, um homem de 30 anos levou um tiro no pescoço no começo da madrugada. Raimundo Nonato Araújo da Silva foi atingido quando passava pela quadra 203. Ele foi socorrido no Hospital Regional da Asa Norte.


 


Na região conhecida como Varjão do Torto, próxima ao Lago Norte, um homem disparou um tiro na cabeça de Samuel Fonseca da Silva, de 19 anos. Samuel morreu na hora e o autor fugiu após o disparo.


 


Em Ceilândia, a vítima foi identificada apenas como Kétima. Ela levou um tiro que atravessou o braço e atingiu o peito na frante de uma casa noturna. A vítima ainda foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.


A idéia de discutir mudanças na legislação sobre a possibilidade de realização de aborto no Brasil é um absurdo, buy more about na visão do arcebispo de São Paulo e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Odilo Scherer. Ele argumenta que a Constituição brasileira não prevê a prática de aborto e que o direito de viver é intocável e não pode ser submetido a consulta.

“Eu sou uma pessoa que vive. Eu tenho um direito à vida que eu não aceito que ninguém toque. Nenhum de nós gostaria de pôr em plebiscito o direito de viver, que é um direito inalienável, intocável. Os bebês não-nascidos são seres humanos e têm esse mesmo direito”, afirma Dom Scherer.

Comentando a aprovação recente em Portugal da possibilidade de realização de aborto no país, o arcebispo disse que o Brasil não precisa imitar tudo o que os países fazem. “As pessoas não-nascidas são seres humanos e a sociedade deve zelar como um todo pelo direito intocável à vida dessas pessoas, desses seres humanos, tanto mais que são inocentes e indefesos”, diz.

Historicamente, a Igreja Católica tem se posicionado contra a prática do aborto, com base no princípio de que a vida humana começa no momento da concepção. Em diversas ocasiões a CNBB se manifestou pela inviolabilidade do direito à vida que atinge a todo ser humano.

“Reafirmamos o princípio ético do pleno respeito à dignidade e à vida do ser humano, não importando o estágio de seu desenvolvimento ou a condição em que ele se encontra”, diz uma nota publicada pela Confederação em 2004. Na mensagem pela celebração do Dia Mundial da Paz, em 1º de Janeiro deste ano, o Papa Bento XVI diz que “o aborto e as pesquisas sobre os embriões constituem a negação direta da atitude de acolhimento do outro que é indispensável para se estabelecerem relações de paz estáveis”.

Dois dias depois do ataque ao Parlamento Iraquiano, cost bombas explodiram e mataram pelo menos 65 pessoas em diferentes pontos do país.


 


Em Kerbala, pharm um carro-bomba explodiu próximo a uma mesquita xiita. Com a explosão, store pelo menos 50 pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas.


 


Em Biji, o alvo foi um posto de controle militar. De acordo com informações do exército iraquiano, um homem lançou um carro-bomba contra o posto. A explosão matou cinco soldados e deixou outros quatro feridos.


 


Em Bagdá, capital iraquiana, o atentado atingiu a ponte Jadriyah. O ataque resultou na morte de 10 pessoas.


A Escola Estadual de Ensino Fundamental Luciana de Abreu, medical de Porto Alegre, sildenafil recebeu em março 100 laptops do Projeto OLPC (One Laptop Per Child), que no Brasil poderá se chamar UCA (Um Computador por Criança). A idéia surgiu no Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT, Massachusetts Institute of Technology), e hoje tem o governo federal e diversas instituições brasileiras como parceiros. Trata-se de uma proposta que estuda, no futuro, oferecer laptops a todos os estudantes da rede pública de ensino básico do país.

David Cavallo, um dos principais pesquisadores do Laboratório do Futuro da Aprendizagem do MIT, onde foi idealizado o OLPC, disse que a experiência da Escola Luciana de Abreu já se mostra interessante. “Nos últimos dias, algumas crianças, para ajudar as outras, já escreveram mais do que escreveram nos últimos anos. Os alunos já sentiram que essa proposta é diferente, porque não há controle sobre o que eles aprendem. E essa liberadade vai gerar benefícios para a própria escola”.

A escola recebeu os laptops a partir de uma parceria com o Laboratório de Estudos Cognitivos (LEC) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O laboratório tem a missão, no projeto federal, de coordenar e avaliar a primeira experiência pedagógica – mundial – de uso de laptops por crianças.

Léa Fagundes, que coordena o LEC, diz que é preciso dar chance para a criança aprender sozinha. “Dê um computador e a chance para ela produzir, pesquisar, criar. A professora não precisa saber a resposta certa, precisa ensinar a criança a aprender. Aprender muito. Aprender a aprender, e aprender a ser, a pensar”. Bruno Sperb, pesquisador do LEC, concorda. “A criança, e não o professor, precisa ser o centro da escola”.

Léa Fagundes conta um exemplo do que fala, ocorrido no dia em que a escola estadual recebeu os laptops. Na chegada dos computadores, uma das professoras ficou apreensiva. “Eu não sei usar isso, como é que eu vou fazer? Estou tão nervosa”. Ao lado dela, uma criança disse: “Calma professora, eu te ensino”.

O LEC publicou no site de vídeos online YouTube um breve vídeo sobre a experiência.

Dois bingos de Marília e um de Garça, visit this site duas cidades do interior de São Paulo, viagra sale foram fechados na noite de ontem pela Polícia Federal. A ordem foi emitida pela 3ª Vara Federal de Marília.

As casas funcionavam através de liminares, mas elas foram cassadas. Além disso, existe a suspeita que os bingos estavam utilizando peças contrabandeadas nas máquinas caça-níqueis.

As casas foram fechadas e as máquinas lacradas para a realização da perícia para comprovar se as peças são contrabandeadas ou não. Os luminosos dos bingos também terão que ser retirados. Caso o dono do local não retire, pagará multa diária de R$ 10 mil.


A Polícia Federal começou a ouvir há pouco os depoimentos dos 25 presos ontem pela Operação Hurricane (furacão), what is ed no rio em São Paulo, this site na Bahia e no Distrito Federal.

Os depoimentos est]ão sendo tomados por três equipes e outra equipe está no Rio colhendo provas para enviar amanhã para Brasília. Segundo informou a assessoria da Superintendência da PF esclareceu que não foram feitas novas prisões.

Antes do início dos depoimento, salve o advogado Raúl Ornellas, que defende os delegados da Polícia Federal Luiz Paulo Dias de Matos e Susie de Mattos, disse que seus clientes estão traumatizados, porque essa é uma situação inusitada.

“A gente acha que os nossos clientes não devem esclarecer nada nos depoimentos, já que não tiveram acesso aos autos porque o processo corre em segredo de Justiça”. Segundo o advogado, os interrogatórios serão tomados separadamente e não coletivamente porque são denúncias diferentes.

Ele afirmou que o que existe contra os delegados são “meras acusações” e não provas, e que a prisão foi uma medida provisória de até 5 dias para permitir que as autoridades policiais busquem provas contra essas pessoas.

Atualizada às 17h26


Cerca de 200 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ocuparam na madrugada de hoje, and por volta das 3h, remedy a Fazenda Belém, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.

Segundo Roseli Maria Paini, da direção estadual do MST, a fazenda Belém tem cerca de 200 hectares e é improdutiva. “A gente não tem as informações corretas sobre quem é o proprietário da fazenda. Uma parte da produção dela é de eucalipto”, afirmou.

“As famílias pretendem ficar aqui e cobrar do governo a desapropriação da área porque é improdutiva e a Constituição garante que áreas improdutivas sejam desapropriadas para fins de reforma agrária”, disse.

De acordo com a líder, além da exigência de que a Fazenda Belém seja desapropriada, as famílias acampadas também reivindicam “que se faça vistoria em outras áreas da Grande São Paulo”.

Durante toda a semana, o MST ocupou quatro fazendas no estado de São Paulo, segundo a assessoria de imprensa do movimento. A primeira delas foi a Fazenda do Grupo Suzano Papel e Celulose, em Itapetininga, ocupada no último domingo.

Também foram ocupadas três fazendas na região de Andradina, no norte do estado: a Fazenda Timborezinho, com 773 hectares, ocupada na última quinta-feira por 120 famílias do movimento; a Fazenda Pendengo, no município de Castilho, com 4.343 hectares, ocupada na quarta-feira por 200 famílias; e a Fazenda São Lucas, em Mirandópolis, com 1.540 hectares, ocupada por 150 famílias sem-terra desde a madrugada de segunda-feira.

Na tarde deste sábado, o movimento sem-terra decidiu dar início à desocupação das Fazendas Timborezinho e São Lucas. De acordo com Lourival Plácido de Paula, membro da direção estadual do MST na região de Andradina, os sem-terras decidiram deixar as duas fazendas antes do despejo, já que a Justiça teria concedido a reintegração de posse aos fazendeiros. Em entrevista à Agência Brasil, Paula disse que o movimento também deve definir, ainda hoje, pela desocupação da terceira fazenda na região de Andradina.

De acordo com Paula, as desocupações foram “só um recuo” e não significam que “é o fim da luta”, mas apontam “o começo de uma nova fase a partir de agora”.

“Faz parte da nossa jornada do mês de abril, onde estamos relembrando o Massacre de Eldorado dos Carajás, que até hoje está impune, cobrando dos governos federal e estadual políticas de reforma agrária”, afirmou o diretor estadual do MST.
O modelo que está sendo criado no Brasil para educar crianças com computadores pessoais portáteis (laptops) deverá ser adotado depois por muitos países pobres que também decidirem pela educação digital infantil.

A avaliação é de David Cavallo, this um dos principais pesquisadores do Laboratório do Futuro da Aprendizagem do Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT, salve Massachusetts Institute of Technology).

O MIT é um dos mais importantes centros de criação tecnológica do mundo e é onde nasceu a idéia do projeto OLPC (One Laptop Per Child), que no Brasil poderá se chamar UCA (Um Computador por Criança), que hoje tem o governo federal e diversas instituições brasileiras como parceiros.

“Houve um Congresso em Boston, e um grupo do Brasil veio visitar nosso trabalho em comunidades carentes. Todos falam que é bom, mas que não adianta como referência, porque os carentes nos EUA não são a mesma coisa que no Brasil. Em Ruanda não vao olhar para o que fazemos em Boston, vão olhar para o Brasil”, diz. Ruanda, na África, é um dos países que pretende implantar o OLPC nas escolas públicas, como o Brasil.

O pesquisador está no Fórum Internacional Software Livre (FISL), que termina hoje em Porto Alegre. O FISL começou na quinta-feira e teve a participação dos principais profissionais brasileiros e de estrangeiros que trabalham no setor de programação com o código aberto.
A assessoria da Polícia Federal divulgou há pouco o balanço das apreensões da Operação Furacão no Rio de Janeiro. Foram encontrados R$ 10 milhões em dinheiro e R$ 5 milhões em cheques; US$ 300 mil, pills 34 mil euros; 400 libras esterlinas.

Entre os 51 veículos apreendidos há um Mercedes Benz avaliado em R$ 550 mil. Segundo a PF os carros serão trazidos para Brasília em cinco caminhões-cegonha.

Além disso, more about só no cofre do presidente da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, for sale Capitão Guimarães, foram apreendidos 27 relógios de luxo. A documentação recolhida pela equipe no Rio será encaminhada amanhã, às 11h, para a Polícia Federal de Brasília.

As 25 pessoas presas ontem pela Operação Furacão continuam a prestar depoimento às três equipes da Polícia Federal.

Criminosos obrigaram garis na tarde de hoje a colocar três corpos no caminhão de lixo que fazia a coleta no Morro dos Prazeres, discount no Rio de Janeiro.


 


Segundo o motorista, information pills os criminosos exigiram que os corpos fossem retirados do morro. Assim que saíram do local, pharmacy o motorista levou o caminhão até uma delegacia, onde contou o que havia acontecido.


 


Os corpos, de um homem e de duas mulheres, ainda não foram identificados.


O ministro da Ciência e Tecnologia, symptoms Sérgio Rezende, doctor afirmou hoje ao presidir, no Teatro do Parque, a solenidade de entrega de medalhas de ouro, prata e bronze aos estudantes de escolas públicas de todo o país que obtiveram o melhor desempenho na segunda Olimpíada Brasileira de Matemática, realizada no ano passado, que a iniciativa é o maior evento de ciência do mundo.

Segundo Rezende, a Olimpíada, que na edição de 2006 contou com a participação de 14 milhões de alunos de 32.603 unidades de ensino da rede pública, representando mais de 94% dos municípios brasileiros, ganha destaque uma vez que procura estimular o desenvolvimento do raciocínio lógico, contribuindo para o aprendizado de outras disciplinas. “Reconhecemos que a matemática é a mãe das ciências. Estimular o aprendizado da matéria é importante porque ela está na base do sistema científico da engenharia”, destacou.

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que também participou da solenidade, disse que é importante descobrir novos talentos na matemática para construir um país melhor no futuro. Lembrou que, com a competição, professores, escolas e municípios participantes também conquistam prêmios. “A Olimpíada é um jogo em que todos ganham. Sonho que ela possa ficar tão popular um dia, quanto a Copa do Mundo”.

Para o estudante pernambucano Davidson Eduardo da Silva, de 11 anos, ganhador de medalha de ouro na Olimpíada, aprender matemática é um desafio que se consegue superar com dedicação. “A matemática está diretamente ligada ao nosso dia-a-dia”, lembrou.

A competição é realizada anualmente em três níveis, de 5ª à 6ª série, de 7ª à 8ª e também entre os estudantes do ensino médio. Nessa segunda edição, 300 estudantes foram premiados com medalhas de ouro.

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