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Brasil

Ministro da Justiça reúne cúpula para falar sobre violência em SP

Arquivo Geral

20/07/2006 0h00

Hoje no mundo existem cerca de 175 milhões de diabéticos e segundo cálculos da Organização Mundial de Saúde (OMS), this site prescription esse número deve duplicar até o ano de 2030. Reduzir custos no tratamento da doença foi o principal objetivo da pesquisa realizada por cientistas canadenses que produziram insulina a partir de sementes de açafrão geneticamente modificadas.

O diretor da empresa SemBioSys Genetics, buy adiposity Andrew Baum, que realizou a pesquisa, afirmou que a planta cresce, o gene se ativa e a semente produz insulina. Baum destacou que falta ainda colher e purificar o produto.

A idéia é que, executado em larga escala, esse procedimento aumente de forma significativa a produção de insulina, substância atualmente produzida por meio de um custoso processo de cultivo de bactérias. Os custos de produção poderiam ser reduzidos em 70% e o valor de compra em 40%.

 

 

O ministro da Justiça, cheapest Márcio Thomaz Bastos, here reúne hoje a cúpula de segurança pública federal para fazer um balanço das medidas anunciadas na semana passada para ajudar a controlar a onda de violência no estado de São Paulo.

Participarão do encontro representantes das Polícias Federal e Rodoviária Federal, do Ministério da Defesa, das Forças Armadas, além de integrantes da Secretaria Nacional de Segurança e do Departamento Penitenciário Nacional.

Bastos anunciou, no dia 14 de julho, a liberação de R$ 100 milhões pelo Fundo Penitenciário (Fupen) para a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo.

Além da transferência dos fundos, o governo federal apresentou outras propostas a São Paulo, entre elas um aumento de 10% do efetivo da Polícia Federal no estado (atualmente com 1.187 homens) e a possibilidade de bloquear estradas federais, se necessário.

As medidas foram anunciadas, no Palácio dos Bandeirantes, após uma reunião entre o ministro e o governador de São Paulo, Cláudio Lembo.

Na semana passada, forças e estabelecimentos de segurança e civis foram alvos de ataques e dezenas de ônibus acabaram incendiados. O Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa cujos líderes atuam de dentro das penitenciárias, estiveram por trás dos atentados.

Há dois meses, o PCC já havia lançado a primeira onda de ataqu es em diversos pontos do Estado de São Paulo.

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