Na manhã desta quarta-feira (18), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, apresentou o plano nacional de operacionalização das vacinas da Covid-19. O secretário-executivo do ministério, Rodrigo Otávio também estava presente na cerimônia. “Não haverá nenhum prejuízo com os imunizantes para segunda dose’, disse o secretário.
Na coletiva, os integrantes do governo federal explicaram como distribuíram os lotes de vacinas para as unidades federativas. O secretário Rodrigo disse que a pasta tenta deixar a distribuição mais dinâmica e harmônica. “Objetivo é fazer com que todos os estados cresçam na vacinação de forma mais equilibrada. Até o final do mês de outubro seria possível vacinar toda a população acima de 18 anos no Brasil “, afirmou.
O ministro Queiroga mais um vez ressaltou a poder do país na vacinação. Em mais uma oportunidade o chefe da Saúde disse que devemos manter o ritmo ou até acelerá-lo. “Vamos fazer a maior campanha de vacinação do mundo. A nossa capacidade de vacinar a população é muito forte. Em vários dias superamos dois milhões de vacinados no dia”, disse.
Marcelo Queiroga afirmou ainda que o primeiro objetivo é vacinar toda a população com a primeira dose e depois pensar na redução do intervalo entre as doses, como nas vacinas Astrazeneca e Pfizer. “Isso tudo é para equilibrar a aplicação das doses. As faixas etárias dos grupos estão desequilibradas entre as unidades federativas”, lembrou o ministro.
Terceira dose da Coronavac
De acordo com o ministro Queiroga, a terceira dose da Coronavac já é debatida nas reuniões. “Em relação aos outros imunizantes é a que tem a menor eficácia global. Então se confirmada a terceira dose será novamente seguindo os grupos prioritários como médicos, idosos e assim por diante”, afirmou.
Vacinação no Brasil
A meta do governo é imunizar toda a população adulta com duas doses até o fim do ano. De acordo com os registros no Plano Nacional de Imunizações (PNI) e nos painéis das secretarias estaduais, o Brasil aplicou mais de 168 milhões de doses, no total. Cerca de 70% da população (117 milhões de pessoas) acima de 18 anos de idade já tomaram a primeira dose.