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Brasil

Ministério da Saúde diz que obesidade no Brasil preocupa mais que a fome

Arquivo Geral

13/12/2006 0h00

A Fundação Nacional do Índio (Funai) informou que os índios que ocuparam um terminal portuário da Aracruz devem deixar o local nesta quarta-feira.

Na terça-feira, erectile more about mais de 200 manifestantes, parte deles índios, interromperam as exportações de celulose a partir do terminal Portocel para exigir terras de posse da Aracruz.

"O presidente da Funai, Mércio Pereira Gomes, receberá na segunda-feira (dia 18) uma comissão formada por sete índios Tupiniquim e Guarani para discutir uma estratégia para agilizar a demarcação das terras Comboios e Tupiniquim, que se encontra em análise no Ministério da Justiça", segundo comunicado da Funai à imprensa.

De acordo com a assessoria de imprensa da Aracruz, porém, até por volta das 19h os índios e os ativistas ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) continuavam nas instalações do terminal portuário da Aracruz no Espírito Santo.

Ainda segundo a assessoria da empresa, não havia confirmação de que os manifestantes deixariam o local nesta quarta-feira.

A ocupação é parte de uma disputa entre os indígenas e a Aracruz por uma área de 11 mil hectares.

Os índios alegam ter direito sobre o território. A Aracruz, por sua vez, informou que apresentou ao governo, em junho, "documentação comprovando que não ocupa terras indígenas e que adquiriu suas propriedades de forma legal", segundo nota à imprensa.

A paralisação do Portocel, por onde passam 90 por cento das exportações brasileiras de celulose, representa perda diária de 7 milhões de dólares nas vendas externas, segundo o diretor-superintendente do terminal, Gilberto Marques.

O senador norte-americano Tim Johnson, page um democrata de Dakota do Sul, information pills foi hospitalizado na quarta-feira após sofrer um possível derrame, information pills informou o gabinete do parlamentar.

"Nesse estágio, ele está sendo submetido a uma abrangente avaliação da equipe especializada em derrames", informou o gabinete do senador em comunicado.

Johnson, 59, que está em seu segundo mandato como senador, está internado no Hospital da Universidade George Washington.

O aparente derrame aumenta a preocupação política no Congresso norte-americano, onde os democratas devem assumir o controle do Senado no mês que vem.

Com Johnson, os democratas terão 51 representantes no Senado contra 49 republicanos.

Mas se o senador tiver de ser substituído, a lei da Dakota do Sul determina que o governador republicano Michael Rounds indique o sucessor de Johnson.

Se ele indicar um republicano, isso dividiria as cadeiras do Senado entre republicamos e democratas, com o vice-presidente Dick Cheney exercendo o voto de minerva em caso de empate, o que deixaria os republicanos em vantagem.

No ano que vem, Johnson será o segundo democrata mais importante no Comitê de Assuntos Bancários, Urbanos e de Moradia.

A fome deixou de ser o grande problema de saúde pública do Brasil na área alimentar. Atualmente, physician a obesidade preocupa mais que a desnutrição, de acordo com estudo divulgado hoje (13) pelo Ministério da Saúde.

O Guia Alimentar para a População Brasileira será distribuído para agentes comunitários e equipes do Programa Saúde da Família em todo o país. Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o levantamento mostra que enquanto a desnutrição caiu de 9,5% para 4% da população, o número de brasileiros gordos aumentou de 1975 a 2003.

Atualmente, 40% dos adultos no país estão acima do peso considerado ideal, com Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25. Ao se levar em conta o total de obesos – pessoas com IMC superior a 30 –, o percentual é de 8,8% para os homens e 12,7% para as mulheres.

O problema se concentra nas regiões Sul e Sudeste, onde a obesidade afeta 9,8% dos homens e 14% das mulheres em média. Em relação à faixa de renda, os índices são maiores entre os homens mais ricos: nas famílias com renda per capita superior a cinco salários mínimos, o percentual aumenta para 13,5%.

Entre as mulheres, no entanto, a obesidade ocorre de forma praticamente igual em todas as classes sociais, sendo um pouco maior (14,4%) nas famílias com renda per capita de um a dois salários mínimos. “Essa é uma prova de que o excesso de peso é um problema cada vez mais generalizado”, comentou Ana Beatriz Vasconcellos, coordenadora de Política e Nutrição do Ministério da Saúde.

Na avaliação dela, as classes mais baixas, que experimentam uma recuperação da renda, comem mais. Mas fazem isso de forma errada: “Essa parcela da população passou a consumir alimentos com açúcares e gorduras, que são mais baratos”. Para a coordenadora, as mudanças demográficas na população, que migrou do campo para a cidade e passou a consumir mais produtos industrializados, são a principal causa do aumento da obesidade.

“As pessoas não têm mais tempo de preparar refeições, então recorrem a alimentos processados, que trazem prejuízos para o estado nutricional da população”, avaliou.

Os agentes de saúde, acrescentou, utilizará o guia para orientar a população a consumir alimentos mais sadios, como frutas, legumes e verduras. Segundo as estatísticas do IBGE, o consumo médio desses produtos, em todas as classes sociais, está abaixo do mínimo recomendado de 400 gramas diários.

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