O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu hoje liminar ao inspetor Marcos Antônio dos Santos Bretas, more about link da Polícia Civil do Rio de Janeiro, cialis 40mg preso durante a Operação Furacão, da Polícia Federal (PF). Assim, ele continuará detido no Rio.
O pedido de habeas corpus foi impetrado pela defesa do inspetor após o Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região manter a determinação da 6ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. A juíza da 6ª Vara havia decidido que alguns presos seriam transferidos do Rio para o Presídio Federal de Campo Grande (MS), com a justificativa de que a quadrilha investigada tem forte poder econômico, podendo corromper policiais, e que o sistema penitenciário da capita fluminense enfrenta dificuldades.
Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do STJ, a relatora do pedido, ministra Laurita Vaz, considerou que as razões apresentadas pela juíza da 6ª Vara Criminal não justificariam a transferência de Bretas para um presídio de segurança máxima, a mais de mil quilômetros do Rio.
A ministra também teria ressaltado que a transferência de presos deve ser precedida de procedimentos que não foram realizados, como ouvir a defesa do acusado e consultar o Ministério Público e o Departamento Penitenciário Nacional.
Ao conceder a liminar, a ministra destacou ainda que o argumento de que manter Bretas sob a custódia da polícia fluminense seria “temerário” não é motivo suficiente para transferi-lo, principalmente porque nenhum policial atualmente responsável pela guarda dos presos foi apontado por envolvimento com o esquema ou prática de corrupção.
Bretas é acusado de integrar a organização criminosa que explorava ilegalmente casas de bingo e máquinas de caça-níqueis em todo o estado. A quadrilha é investigada por crimes como corrupção de agentes públicos, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.
O Ministério da Saúde considera que ainda não é oportuno incluir no calendário nacional a vacina contra o HPV (papilomavírus humano, this site que pode levar ao câncer no colo do útero), cure porque falta um aprofundamento dos estudos relacionados a ela.
A informação foi dada hoje aos integrantes da Comissão de Assuntos Sociais do Senado pelo coordenador do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal do ministério, cialis 40mg Adson Roberto França dos Santos.
Durante audiência pública para discutir o Projeto de Lei nº 51/2007, que garante o fornecimento gratuito da vacina pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o coordenador lembrou que “o calendário nacional de vacinação tem uma repercussão extremamente importante sob vários aspectos e o aprofundamento dos estudos se faz necessário, contando com a sociedade científica, com os pesquisadores, com o Congresso Nacional”.
A médica Bernadete Nonnenmacher, pesquisadora do Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, disse que após estudos com mais de 30 mil mulheres em cerca de 30 países, o resultado da aplicação da vacina foi a redução nos casos de câncer de colo do útero.
“Se as mulheres forem vacinadas antes de iniciar a vida sexual, podem ser reduzidos em 70% os casos desse tipo de câncer. O que se tem de fazer é a prevenção primária”, defendeu. E informou que no país cerca de 12 milhões de mulheres estão infectadas pelo HPV e 5 mil morrem de câncer de colo do útero por ano – no mundo, são diagnosticados a cada ano 20 mil novos casos desse tipo de câncer.
Segundo a pesquisadora, o custo da vacina pode ser reduzido se ela for comprada em grande escala pelo governo. Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em agosto passado, a vacina é importada e deve ser tomada em três doses, que podem ser encontradas em clínicas particulares ao custo médio de R$ 500 cada dose.
Na audiência, a relatora do projeto de lei, Patrícia Saboya (PSB-CE), que preside a Comissão de Assuntos Sociais, destacou a importância da descoberta da vacina para imunizar as jovens que ainda não têm vida sexual ativa. “Está comprovado que o HPV é um dos maiores causadores do câncer no colo no útero. Portanto, é uma necessidade que o Estado também se envolva nessa discussão, para evitar que tantas jovens acabem contagiadas e doentes em função da falta de uma vacina”, disse.