A perda de parte dos titulares convocados para o Torneio Pré-olímpico Mundial masculino de basquete foi um baque para o técnico espanhol Moncho Monsalve. Contudo, apesar da frustração, o europeu mantém a confiança de que o Brasil tem condições de brigar por uma vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto.
Moncho reconhece que o Brasil perdeu em talento e versatilidade, mas acredita que a determinação dos substitutos poderá suprir as ausências. “Com certeza continuamos na briga pela vaga olímpica”.
A solução é simples: trabalhar o máximo possível. “Teremos um mês de muito trabalho até a estréia”, lembra.
Moncho já sofreu a baixa de cinco jogadores. Saíram os alas/pivôs Anderson Varejão, Paulão e Nenê, o ala Guilherme Giovannoni e o armador Valtinho. Com exceção de Giovannoni, que alegou razões pessoais para a solicitação, todos os outros deixaram o grupo por problemas médicos.
O ala/armador Leandrinho segue como dúvida no grupo. Moncho vai esperar um posicionamento do jogador, que viajou para os Estados Unidos para novos exames, até a próxima segunda-feira.
Depois disso, convoca um dos alas que está treinando com a seleção para o Campeonato Sul-americano.
Assim como o treinador, o armador Marcelinho Huertas também está confiante. “Temos como objetivo a vaga olímpica, pois deixamos escapar no Pré-olímpico continental e agora temos que conseguir nesta forte e concorrida competição”, explica. “Sabemos que será difícil, já que teremos alguns desfalques, mas vamos lutar bastante para estar nos Jogos Olímpicos de Pequim”.