“Acho que foi um bom começo. Na realidade, embora os motores tenham 600 cavalos de potência contra os 200 da Fórmula 3, o carro não é esse bicho-de-sete-cabeças que me pintaram. Claro que o pescoço é mais exigido e a direção é um pouco mais dura, mas nada que não dê para se acostumar rápido”, afirma.
Pilotando pela equipe DPR, o brasileiro cravou o tempo de 1min14s731, o 12º melhor dos treinos da tarde e o 16º desta quarta-feira. Na terça-feira, Bruno teve mais dificuldades e garantiu apenas o 20º melhor tempo do dia.
“A maior diferença entre as duas categorias é mesmo nas freadas, porque os freios da GP2, com discos e pastilhas de carbono, são muito mais eficientes. E os pneus Bridgestone têm aderência bastante superior aos Avon da Fórmula 3”, completa.
Já Xandinho Negrão, que ficou com o 14º melhor tempo de quarta-feira, minimizou a queda de rendimento. Um dia antes, ele foi o sétimo mais rápido do dia. “Nossa preocupação neste momento não é com o cronômetro, mas buscar a melhoria do carro. Sabemos que ainda temos muito a desenvolver, porque o nível da categoria é elevado, equilibrado e é preciso correr o tempo todo”, avalia.
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