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Brasil

Mesmo com goteira, Brasil passa fácil pela Lituânia no Mundial Feminino

Arquivo Geral

16/09/2006 0h00

Apesar das obras de restauração no ginásio para receber o evento, um furo no teto persistiu. Com o início da chuva em São Paulo, descobriu-se que o ginásio tinha uma goteira exatamente sobre a quadra. O contratempo exigiu que um dos encarregados de secar a quadra ficasse de prontidão durante todo o segundo tempo, aproveitando as descidas das jogadoras para o outro extremo da quadra para tentar manter o piso seco.

O Brasil volta a jogar neste domingo, novamente às 9h30, enfrentando a Austrália. A Lituânia busca sua recuperação contra o Canadá. Vice-campeão olímpico, o time australiano é um dos favoritos na disputa por uma medalha em São Paulo.

O jogo
O confronto começou equilibrado, com as duas equipes tendo dificuldades para pontuar. Em cinco minutos apenas 12 pontos haviam sido marcados com vantagem para o Brasil por 9 x 3. A Lituânia apertou mais a marcação e apesar do empenho de Iziane, cestinha com oito pontos, a seleção brasileira passou o restante do período convertendo apenas mais sete pontos. Já as lituanas conseguiram aumentar sua produtividade e por pouco não surpreendem as brasileiras, que fecharam o primeiro quarto com 16 x 15.

Recuperando-se de lesão no tornozelo, Érika finalmente saiu do banco. Faltando sete minutos para o término do segundo quarto, Barbosa colocou a pivô em quadra. Utilizando proteção especial, ela atuou até o final do período, que terminou em 33 x 27 para as donas da casa.

A seleção conseguiu uma sequência de oito pontos consecutivos em quatro minutos sem que as lituanas alterassem o marcador. Iziane puxou o embalo com uma roubada de bola e um contra-ataque rápido em jogada individual. Com 28 a 20 no placar, a Lituânia só voltou a marcar com cobrança de lance livre de Virbickiene a 2min58 do final.

Barbosa voltou com o time titular após o intervalo. Em dois minutos a diferença chegou a 11 pontos (39 x 28) com 16 deles responsabilidade de Iziane, sempre investindo na velocidade. Marcando sob pressão, a seleção brasileira induzia ao erro das adversárias, que perderam dois ataques consecutivos. Ambos terminaram em contra-ataque com pontos para o Brasil.

Com pouco mais de 2min30 por jogar, o Brasil tinha uma vantagem de 19 pontos no marcador (52 x 33). E, apesar de uma tentativa de reação adversárias, completaram o terceiro quarto com 58 x 41.

No último quarto, a tranquilidade do marcador permitiu até que a pivô Êga marcasse a sonhada cesta de três pontos, que já havia tentado em outros momentos do confronto. Mas era a veterana Alessandra quem seguia fazendo a diferença no garrafão. Além de intimidar o ataque adversário, continuava sendo uma das principais pontuadoras nacionais com 16 pontos, 12 deles após o intervalo.

A ala Janeth também subiu de produção, contribuindo com 14, oito deles no segundo tempo. Quem também se destacou foi a armadora Adrianinha, vinda do banco, ela contribuiu com 10 pontos para o placar final de 84 x 67.

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