“Não me considero com a vaga. Vou lutar bastante para estar entre as 12 atletas do Pan porque está todo mundo querendo mostrar seu jogo na seleção. Tenho que correr atrás porque o Brasil tem jogadoras para dar e vender, muitas delas ainda novas”, comenta a atleta.
Por outro lado, ela não escondeu a felicidade pela sua excelente atuação no Mundial. Isso porque sua carreira é marcada por problemas sérias. Ela, por exemplo, não foi para o Mundial de 2002 por conta de uma trombose na mão esquerda. Logo depois passou por duas graves contusões no joelho esquerdo, além de ter sofrido com problemas de saúde, como mal-estar, na última Superliga.
Ela, porém, não se esqueceu de agradecer as companheiras de time. “Este é um grupo maravilhoso, onde todas estão a fim de treinar, de correr atrás o tempo inteiro. As jogadoras e a comissão técnica estão de parabéns. Temos que aprender com estas lições e melhorar cada vez mais, pois ainda temos muito a mostrar”, assegura.
< !-- /hotwords -- >