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Membro da FIA descarta Todt e Briatore como sucessores de Mosley

Arquivo Geral

11/11/2008 0h00

Nem Jean Todt, tampouco Flavio Briatore. Como o domínio de 16 anos de Max Mosley à frente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) acabará em outubro de 2009, especulações sobre os sucessores do britânico já começam a surgir. Entretanto, os diretores francês e italiano, que poderiam ser fortes candidatos ao cargo, não serão escolhidos, segundo garante um dos membros da entidade, Radovan Novak.


Novak, que também é presidente da Federação Tcheca de Automobilismo, não acredita que Todt e Briatore sejam os nomes mais indicados para exercer a função que é de Mosley desde 1993. Depois de sair vencedor nos tribunais do escândalo sexual noticiado pelo tablóide The News of the World, o mandatário conseguiu permanecer no comando da FIA, mas adiantou que não se candidatará à nova reeleição, deixando o órgão em outubro do ano que vem.


Entre os possíveis substitutos do britânico, aparece com força o nome de Todt, diretor executivo que marcou época com a Ferrari. “É claro que se trata apenas da minha opinião, mas não acho que Jean Todt seja a pessoa certa para ser o presidente da FIA”, apontou Novak em entrevista ao site Motorline. “Ele não tem o apoio de Bernie Ecclestone, e isso é decisivo”.


Para o mandatário tcheco, é “imensamente importante” que o substituto de Mosley trabalhe ao lado de Ecclestone, dono dos direitos comerciais da Fórmula 1. “Se houver brigas entre os dois, então seria difícil, porque as equipes se colocariam ao lado daquele que mais lhes beneficiar”.


Além de não se posicionar favoravelmente a uma candidatura Todt, Novak também minimizou os boatos de que Flavio Briatore poderia assumir a FIA. “Briatore é um chefe de equipe muito bom, mas então ele veria os jornais estamparem muitas histórias de suas mulheres. Isso servia pior ainda que o caso Mosley”, brincou o tcheco.


 

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