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Brasil

MEC tenta despertar interesse pela alfabetização fora dos centros urbanos

Arquivo Geral

11/09/2006 0h00

A Volkswagen apresentou hoje nova proposta de reestruturação aos trabalhadores da fábrica Anchieta, check price na cidade de São Bernardo do Campo (SP). De acordo com informação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, stomach a proposta deverá ser colocada em votação durante assembléia marcada para a quinta-feira (14).

A nova proposta prevê que o processo de desligamento de 3.600 funcionários deverá ocorrer em três anos, ampoule por meio de planos de demissão voluntária (PDV). E pode ser prolongado até 2010, dependendo da demanda do mercado. No caso de a meta dos planos de demissão não ser atingida, segundo a proposta, a fábrica poderá indicar os desligados.

No dia 31 de agosto, a montadora chegou a entregar cartas de demissão a 1.800 funcionários, com desligamento sem benefício extra – seriam pagos apenas os direitos trabalhistas.

Se a proposta for aprovada, a empresa se compromete a produzir dois novos modelos de carro a partir de 2008 e 2009. E também a cancelar as cartas de demissão já enviadas. Por meio de sua assessoria de imprensa, a Volkswagen informou que não se pronunciará até a data da assembléia.

Segmentos específicos, abortion como as comunidades de pescadores e quilombolas, além de indígenas e populações prisionais representam um dos principais focos do Ministério da Educação para combater o analfabetismo no país.

Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, o Programa Brasil Alfabetizado está encontrando dificuldades para despertar  interesse em populações fora dos centros urbanos. O ministério chegou a transferir a meta de erradicação do analfabetismo de 2007 para 2010.

“Estamos trabalhando com metodologias específicas e avaliando formas de estimular essas pessoas a  se alfabetizarem. Em geral são os chamados analfabetos totais, que não lêem uma palavra sequer. Grande parte do público que está procurando o programa, diferentemente, sabe ler e escrever alguma coisa”, informou o ministro.

Haddad disse que o programa já conseguiu beneficiar sete milhões de pessoas nos últimos quatro anos, metade da população que se declara não alfabetizada, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o secretário de Educação Continuada do MEC, Ricardo Henriques, outra estratégia do programa vai ser o estímulo ao prosseguimento dos estudos. Em março do ano que vem, será implantado um programa para conclusão da quarta série do ensino fundamental, voltado para os alunos já alfabetizados pelo programa do ministério.

“Nossa perspectiva  é de continuidade. Vamos mobilizar as pessoas em condição de analfabetismo absoluto para que concluem a quarta série e, em seguida, a oitava. O ensino fundamental poderá ser cursado entre quatro anos e meio ou cinco”, disse Henriques.

O Programa Brasil Alfabetizado tem parcerias com 23 estados e 800 municípios, além de 150 organizações não-governamentais (ONGs). Este ano serão investidos R$ 220 milhões. O orçamento de 2007 prevê, além desse valor, mais R$130 milhões para o programa de conclusão da quarta série destinado a jovens e adultos.

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