Com contrato firmado com o time de Woking desde o começo do ano, o espanhol teria enfrentado problemas com o chefe da equipe francesa, Flavio Briatore, que apesar de também ser empresário do piloto não participou das negociações. Cansado, então, ele procurou a sua escuderia de 2007 antes do GP da Alemanha, 12ª etapa do ano, e propôs uma troca com Kimi Raikkonen.
Na época, o finlandês já sabia que não defenderia mais a McLaren, uma vez que já tinha fixado contrato com a Ferrari. Desta forma, teria até mesmo aceitado a proposta, que só não foi concretizada por dificuldades impostas por patrocinadores.
O desenrolar do caso coincidiu justamente com a fase em que Alonso, então líder, estava em declínio e Michael Schumacher começava a reagir na luta pelo Mundial de Pilotos. Caso a mudança fosse efetuada, porém, o espanhol poderia continuar a luta, já que neste caso, os pontos são computados para o piloto e não para a equipe. Na disputa entre Construtores, a Renault também manteria os pontos conquistados pelo atual bicampeão do mundo.
Por outro lado, Alonso teria que guiar o fraco carro da McLaren, que não vence uma corrida na temporada há uma década. O maior beneficiado seria justamente Schumi, que, bem adaptado à Ferrari, teoricamente teria mais chances de levar o oitavo título mundial.
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