Principal piloto brasileiro na Fórmula 1, Felipe Massa disse, durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira em Magny-Cours, que sequer sabia da possibilidade de os pilotos entrarem em greve por conta do aumento dos preços da superlicença – de acordo com a revista alemã Auto Motor und Sport, a Associação dos Pilotos (GPDA) pode recorrer a este recurso caso a FIA não aceite negociar os valores.
“É a primeira vez que estou ouvindo falar sobre isso, até porque passei os últimos dias no Brasil”, comentou o paulista, que não faz parte da GPDA. “Mas eu apóio 100% os pilotos porque eu não vejo razão em o preço ser diferente para os pilotos de ponta e os dos times menores. Deveria ser a mesma coisa para todo o mundo”, emendou.
Em entrevista somente a jornalistas brasileiros presentes no circuito francês, Massa voltou a reclamar da desigualdade e se mostrou contrário à possibilidade de paralisação. “Não vejo diferença do que acontece na rua e na Fórmula 1. Não é certo você chegar em uma auto-escola e pagar mais que o outro porque você ganha mais ou tem um carro mais bonito”, argumentou.
“Greve não é o jeito certo para resolver isso, até porque somos profissionais, temos o apoio da equipe e acordos com patrocinadores, que devem ser seguidos com o maior profisisonalismo possível”, afirmou Massa.
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