Na próxima segunda-feira, no Rio de Janeiro, ela se submeterá a uma ressonância magnética solicitada pelo ortopedista Michel Simoni. Depois de um período de 10 dias de férias, iniciará os trabalhos de fisioterapia. Nas últimas três etapas do circuito brasileiro – Recife, João Pessoa e Brasília –, Carolina jogará ao lado da capixaba Semírames, que nesta temporada vem atuando na Liga profissional norte-americana.
“Eu vinha jogando à base de medicação. Agora, resolvi parar e resolver de vez o problema. A falta de mobilidade do ombro vinha me prejudicando muito. Não fiz nenhum treino de ataque e saque neste ano. Com isso, toda a parte técnica foi piorando e estava até atrapalhando a Carolina. Se estivesse boa, sei que teríamos andado muito mais aqui em Vitória”, lamentou.
As filhas da ex-jogadora Isabel terminaram a perna brasileira do Circuito Mundial em nono lugar. Depois das vitórias sobre japonesas e cubanas na quarta-feira, perderam para as atuais bicampeãs Juliana e Larissa e para as norueguesas Hakedal e Torlen no segundo dia de disputas.
Na avaliação da mãe e treinadora da equipe, a contusão de Maria Clara, capitã e mais velha das meninas, impediu a dupla de reeditar o excelente final de temporada de 2005, marcado pelo terceiro lugar na África do Sul e o vice em Vila Velha. “Ela estava jogando protegendo o braço e isso estava causando efeitos até no aspecto emocional”, comentou.
Carolina e Semírames devem começar nesta segunda-feira os treinamentos para a etapa do Recife, marcada para o período de 11 a 15 de outubro. Com 1,83m, Semírames é oriunda do vôlei de quadra e se transferiu para a praia em 2003. Tem no bloqueio um dos principais fundamentos.
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