“Este jogo começou nem 24 horas depois da partida contra a Itália, em que todo mundo viveu uma adrenalina muito grande. Aí os titulares acabaram não começando bem”, apostou o jogador. “O banco de reservas estava mais descansado”, observou.
Para ele, no entanto, a partida desta quarta só serve para provar um velho discurso do time. “Mais uma vez mostramos que este é um grupo de 12 titulares. Passamos por algumas dificuldades no começo, mas demos conta do recado. O mais importante é a classificação”, assegurou.
Único titular que rendeu o de costume, Giba comentou que o Brasil não se surpreendeu ao ver o time reserva da Bulgária em quadra no início da partida. “Essas partidas são sempre difíceis porque eles já estavam classificados e entraram com o time reserva, que era uma coisa que já imaginávamos que eles poderiam fazer”, afirmou o atleta.
De acordo com o atacante, entretanto, esta partida não pode ser tomada como referência para um possível confronto na final. “Foi um jogo truncado e a vontade deles não era a mesma, mas ganhamos”, ressaltou.
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