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Brasil

Mais um refém é solto em Campinas

Arquivo Geral

26/04/2007 0h00

A advogada Carla Cepollina, cheap visit this acusada de assassinar o coronel Ubiratan Guimarães responde a processo por homicídio duplamente qualificado – motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima. Um telefonema dado por ela na noite da morte do coronel Ubiratan Guimarães pode complicar a situação da acusada, erectile de acordo com o promotor Luiz Fernando Vaggione e com o advogado de acusação, this Vicente Cascione.

O coronel foi assassinado no dia 9 de setembro de 2006 em seu apartamento nos Jardins, Zona Oeste de São Paulo. Segundo a polícia, Ubiratan foi morto com um tiro de uma de suas armas, um revólver calibre 38 que não foi encontrado no local do crime. Como o corpo foi encontrado enrolado em uma toalha mostraria a participação de uma pessoa próxima.

A vizinha disse que ouviu o tiro durante a novela das sete da TV Globo, o que bate com o provável horário do crime, segundo a perícia. O coronel ficou conhecido por comandar o massacre em Carandiru em 1992.

De acordo com a acusação, Carla disse em depoimento que o celular do coronel estava desligado quando ela deixou o apartamento do namorado na noite do dia 9 de setembro de 2006, dia do assassinato. A perícia revelou ainda que Carla fez uma ligação para o telefone celular de Ubiratan às 20h34, quando, segundo ela, já havia deixado o prédio, e estava na Avenida 23 de Maio, Zona Sul da capital paulista.

A advogada de defesa Camila Gusmão disse que o fato de a advogada ter telefonado para um celular desligado também não depõe contra ela. De acordo com o processo, a delegada federal Renata Madi ligou para o coronel às 19h04 da noite do crime. Ubiratan Guimarães atendeu ao telefonema e prometeu ligar de novo. A ligação teria sido o estopim para a briga do coronel com Carla Cepollina.

A promotoria diz que a acusada deu vários telefonemas entre a noite do crime e o domingo – quando o corpo foi descoberto – para tentar encobrir sua suposta culpa. “Ela chegou a telefonar à noite (no próprio sábado) para a mãe do coronel para contar sobre a briga”, disse Vaggione.


De acordo com o Ministério Público (MP), o assassinato teria sido praticado por vingança: a advogada teria percebido que seu relacionamento com Ubiratan estava em decadência.

A
denúncia foi entregue à Justiça em novembro de 2006 pelo promotor Luiz Fernando Vaggione


O promotor disse estar seguro das provas coletadas e espera que o juiz Alberto Anderson Filho decida pelo júri popular. O próximo passo do processo é ouvir as oito testemunhas de defesa, o que ocorrerá em 27 de junho. Na mesma data, Cleonice Borba Luz será convocada novamente para depor.


 


O Comando de Policiamento de Campinas afirmou agora pouco que o seqüestrador conhecido como Salles, order que mantém uma família refém no bairro Campos Elíseos, shop liberou mais uma criança. Seria Vítor, here que tem 10 anos. Salles fez a família refém depois de tentar assaltar uma galeria de lojas e invadir a residência armado, na última terça-feira.

Na tentativa de fuga, ele fez reféns uma mulher e três crianças. No mesmo dia, às 16h, uma das crianças foi libertada em troca de um colete a prova de balas. À noite, a polícia cortou a energia elétrica da casa, para tentar forçar uma rendição, mas a alimentação foi mantida.

Ainda hoje, a polícia identificou o bandido. Segundo o major Luciano Casagrande, que negocia a libertação dos reféns, o suspeito é Gleison Flávio de Salles, 23 anos, natural do Recife. Ele é foragido da penitenciária de Hortolândia, na região de Campinas, e suspeito de um assassinato e três tentativas de homicídio.


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