Feliz da vida, ele garante que não se importou de carregar o troféu desde Tóquio. “Essa taça está pesada, tem dois dias que ela está nas minhas costas”, brincou o atleta, que atuou em três partidas. “Mas é uma experiência bacana. Foi um campeonato muito bom para minha carreira, então vale o sacrifício de trazer”, garantiu.
Por outro lado, Samuel admite que se sentiu um pouco pressionado nas vezes que entrou em quadra. “Isso não foi nem pelo fato de ser Mundial, mas sim por ser seleção brasileira. A gente sempre quer dar o melhor de si, pois o objetivo é ganhar experiência. Tento fica calmo, mas nem sempre é possível”, explicou.
Ele garante que em nenhum momento ficou de lado por ser o novato da equipe. Lição que fica para o resto da vida. “Eu procuro nem pensar que estou na seleção porque vejo caras consagrados sem nenhum tipo de deslumbramento. Pelo contrário, são pessoas humildes, que dão atenção a todos. Procuro me espelhar neles”, afirmou.
“Jogadores como o Giba e o Escadinha são exemplos para a juventude: eles sempre ganham e não cansam disso. Espero continuar muito tempo ao lado deles”, continuou Samuel, que garante esforço máximo para dar continuidade a esta geração vitoriosa. “É difícil chegar ao nível de um ídolo como o Nalbert, mas estamos sendo lapidados pelo Bernardinho e pelos companheiros de equipe. Espero corresponder à expectativa”, finalizou.