Menu
Brasil

Lula diz que ação da polícia e da Justiça deve continuar doa a quem doer

Arquivo Geral

18/05/2007 0h00

A Operação Navalha deflagrada pela Polícia Federal vai ajudar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), thumb ask no entender da ministra-chefe da Casa Civil, viagra 100mg Dilma Rousseff. “Acho que a descoberta dessa máfia é muito importante, porque vai ajudar o PAC a criar um ambiente muito mais preservado para as licitações”, disse.

Para a ministra a operação mostra o fim da impunidade e o fato, defendido pelo presidente, de “se levantar o tapete e tirar todas as irregularidades”. Segundo ela, a ação da Polícia Federal cria um temor àqueles que possam eventualmente querer fraudar licitações públicas de que não ficarão impunes. “Não é tanto a pena que coíbe a ação indevida, mas sim a punição”,afirmou. A ministra quis, no entanto, deixar claro que o governo não está fazendo pré-julgamento sobre as pessoas presas na “Operação Navalha, que já deteve 46 pessoas, em nove estados brasileiros até o momento.

Sobre a prisão do prefeito de Camaçari (BA), Luís Caetano, na operação, a ministra disse que é lamentável a prisão do petista. “Eu vou reiterar não só para ele, mas para todos envolvidos de outros partidos,  que todos têm que ser punido para o bem do Brasil”,reiterou. Embora, a ministra voltasse a reafirmar que o governo não faz pré-julgamento e defende o direito de defesa das pessoas.

Mas Dilma Rousseff lembrou que os investigados são pessoas que tinham mais de até 30 anos no governo e se tiverem culpa no caso significa a descoberta de um esquema que já vinha ocorrendo em momentos anteriores.

Quanto ao fato das investigações serem sobre o principal programa de investimentos do governo, a ministra lembrou que a Polícia Federal considerou o fato “uma ameaça ao programa” e não uma fraude consumada, já que não tinha sido realizada nenhuma licitação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva evitou comentar hoje sobre a Operação Navalha da Polícia Federal, medical mas ressaltou que a polícia e a Justiça devem continuar agindo, check “doa a quem doer”.

“Eu não faço comentário de operação de polícia, porque é apenas o começo. Depois da operação da polícia, tem todo um critério de investigação, que um presidente da República, de forma responsável, precisa tomar cuidado ao falar. Eu não posso pré-julgar ninguém nem inocentar”, afirmou, depois inaugurar trecho da Ferrovia Norte-Sul em Araguaína, em Tocantins.

A Operação Navalha prendeu ontem organização criminosa que desviava recursos de obras públicas em nove estados e no Distrito Federal. Foram cumpridos 43 dos 46 mandados de prisão.

Entre as pessoas acusadas de participar do esquema estão o assessor do Ministério de Minas e Energia Ivo Almeida Costa, o servidor do Ministério do Planejamento Ernani Soares Gomes Filho (cedido à Câmara dos Deputados), o ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares (PSB) e o deputado distrital, Pedro Passos (PMDB).

Sobre a suspeita de que a organização estaria fraudando obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o presidente também preferiu não falar sobre o assunto.

“Envolve todas as obras, são nove estados envolvidos. Houve a prisão, tem denúncia, tem escuta telefônica, agora entra no processo. Com muita tranqüilidade, nós temos que deixar que a polícia e a Justiça façam a sua parte, doa a quem doer”, finalizou.

Lula segue para Porto Nacional (TO), onde inaugurará usina de biodiesel.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado