A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec) do Ministério da Integração Nacional enviou hoje alerta de chuva forte aos estados do Rio de Janeiro, remedy generic São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Goiás e ao Distrito Federal.
A presença de uma frente fria no Sudeste provocará hoje e amanhã chuva forte nos estado do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Minas Gerais. Segundo a Sedec, em alguns momentos, podem ocorrer chuvas acompanhada s de descargas elétricas e rajadas de vento de 50 a 70 km/h, principalmente no norte do Rio de Janeiro e nas regiões noroeste, do Jequitinhonha, do Rio Doce e Zona da Mata de Minas Gerais. Nessas regiões mineiras, o alerta vale até quinta-feira.
De hoje até quinta-feira, as chuvas poderão ser de forte intensidade, acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento de 40 a 60 km/hora nas regiões oeste, centro e sul da Bahia; sul, centro e leste do Tocantins; norte, centro e leste de Goiás; e no Distrito Federal.
Iraque e Síria restabeleceram na terça-feira as relações diplomáticas rompidas há 24 anos, page o que Bagdá espera ser útil para conter militantes supostamente apoiados por Damasco e para incentivar outros países árabes a darem ajuda.
O chanceler sírio, na primeira visita deste grau desde a invasão norte-americana de 2003, assinou o acordo em Bagdá quatro dias antes de o presidente iraquiano viajar ao Irã para negociar com outro vizinho que Washington e alguns líderes iraquianos acusam de apoiar militantes envolvidos no conflito iraquiano.
Aliados dos Estados Unidos também querem que o presidente George W. Bush discuta com a Síria e o Irã – ambos adversários de Washington – formas de controlar o Iraque. O governo Bush reage com cautela às propostas.
Os chanceleres Hoshiyar Zebari (Iraque) e Walid Al Moualem (Síria) salientaram que a visita não é resultado de pressão norte-americana.
Moualem propôs um cronograma para a desocupação norte-americana, mas admitiu que os soldados estrangeiros permanecerão no país até que o Iraque não os queira mais.
Autoridades iranianas e iraquianas disseram que o Irã convidou o presidente da Síria, Bashar Al Assad, para a reunião em Teerã. Uma importante autoridade iraquiana disse que Assad dificilmente irá.
Alguns funcionários iraquianos dizem que o presidente iraquiano, Jalal Talabani, teme que o governo antiamericano do Irã queira fazer do encontro um constrangimento para os EUA, que apóiam o governo iraquiano.
Zebari disse, porém, que Talabani pretende ir em breve a Damasco.
Comparando o Iraque a uma "armadilha" para os norte-americanos, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pediu que Irã e Síria sejam "parte da solução".
Um porta-voz do gabinete de segurança dos EUA disse que "a Síria precisa agora demonstrar que está comprometida com um engajamento construtivo" no Iraque.
Para Zebari, "a questão com a Síria sempre foi de vontade política". "Durante esta visita, eles expressaram a vontade de cooperar".
O Iraque expulsou os diplomatas sírios em 1980. Na época governados por duas alas rivais do partido Baath, Iraque e Síria romperam relações totalmente em 1982, quando a Síria se alinhou ao Irã durante a longa guerra movida por Saddam Hussein contra o regime dos aiatolás.
Autoridades norte-americanas e iraquianas acusam a Síria de pouco fazer para impedir que militantes da Al Qaeda entrem no Iraque pela longa e desértica fronteira. A Síria diz fazer o possível e pede mais apoio.
No mesmo dia em que o governo sofreu derrota no Senado, pilule que aprovou projeto da oposição criando uma espécie de 13o salário para beneficiários do Bolsa Família, a Câmara dos Deputados rejeitou emenda da oposição que previa reajuste de 16,67 por cento a aposentados que ganham acima de 1 salário mínimo.
A votação na Câmara foi o primeiro grande teste para o governo após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no momento em que ele cuida pessoalmente da articulação com o PMDB para criar uma base aliada mais forte.
Foram 184 votos contra a medida e 158 a favor, com quatro abstenções. O placar mostra que Lula ainda precisa consolidar a base aliada. O texto básico da MP já havia sido aprovado em 8 de novembro. A questão agora vai ao Senado.
Trata-se de uma vitória do governo que, na medida provisória original, concede reajuste de 5,01 por cento para essas aposentadorias. O índice está em vigor desde agosto, quando a MP foi editada.
A previsão do governo é de gastos de 1,9 bilhão de reais na Previdência entre agosto e dezembro com o reajuste de 5,1 por cento. São atingidos 8,2 milhões de aposentados.
Já os senadores aprovaram projeto do senador Efraim Morais (PFL-PB) que cria uma gratificação natalina para os beneficiários do Bolsa Família.
O projeto, que ainda depende de aprovação da Câmara, cria para cada uma das 11 milhões de famílias inscritas no programa social do governo uma espécie de 13o salário, equivalente ao benefício mensal, que varia de 50 reais a 120 reais por mês.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-PR) classificou a medida de inconstitucional.
"É inconstitucional porque é um projeto com origem no Legislativo que cria despesa continuada para o Executivo sem indicar receita", afirmou.
A derrota no Senado estava dentro das previsões do governo, já que não conta com maioria na Casa.
Lula recebe na quarta-feira o presidente do PMDB, Michel Temer, para dizer-lhe que deseja o apoio integral do partido e não apenas das correntes que já estão no governo.
Temer lhe dirá que o PMDB aceita majoritariamente a proposta de coalizão governamental, mas que pelo menos seis senadores de uma bancada de 18 vão se manter independentes.
O governo avalia elevar os recursos dentro do Programa Piloto de Investimento Público (PPI), viagra buy destinado a financiar obras de infra-estrutura. Na prática, visit a ação abriria espaço para redução das economias que o setor público tem de fazer para cumprir a meta fiscal.
"Nós estamos estudando a possibilidade de elevação do PPI, que é bom esclarecer que se trata de um tipo de investimento de qualidade… Isso não seria uma ação isolada, seria uma ação integrada com o programa de ajuste fiscal", afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta terça-feira.
Os gastos referentes ao PPI, lançado em 2005, podem ser abatidos da meta de superávit primário do setor público, atualmente de 4,25 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
A cifra dedicada ao programa foi de 3,2 bilhões de reais no ano passado e deve ficar em 3 bilhões de reais em 2006, ou 0,15 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
Em 2007, a proposta de lei orçamentária prevê 4,6 bilhões de reais para projetos do PPI, ou cerca de 0,2 por cento do PIB.
Por enquanto, o governo ainda não chegou a subtrair o PPI para o cumprimento da meta fiscal, apesar de ter esse mecanismo disponível.
Mantega disse que ainda não está definido se o aumento do PPI ocorreria no próximo ano e de quanto seria.
Além dessa medida, a equipe econômica trabalha na elaboração de um pacote encomendado pelo presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva para impulsionar o crescimento nos próximos anos, após desempenho aquém do esperado este ano.
Congresso quer mais PPI
O relator do Orçamento, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), propõe a elevação de investimentos via PPI no ano que vem para aproximadamente 10 bilhões de reais, o que representaria 0,5 por cento do PIB.
"O Brasil não tem mais a dependência da dívida externa, do FMI (Fundo Monetário Internacional). Está alcançando com folga o superávit primário, acho que é hora de reduzir esse superávit e passar para investimento", defendeu Raupp.
Já o presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Gilmar Machado (PT-MG), disse ter recebido a informação de que "podemos chegar a 0,3 por cento do PIB em investimentos através do PPI sem grandes comprometimentos" a partir do próximo ano.
Sem sacrificar o superávit
O secretário do Tesouro Nacional, Carlos Kawall, garantiu que não há discussão no governo "no sentido de sacrificar o superávit primário".
Pouco antes de Mantega anunciar os estudos para aumento do PPI, Kawall disse que desconhecia a idéia, embora tenha afirmado que há avaliações pela equipe econômica sobre "maneiras de elevar o investimento público, de buscar que isso seja compatível com a meta de superávit primário".
Kawall ponderou que se trata de uma equação complexa que envolve, em primeiro lugar, "uma moderação no crescimento das despesas correntes".
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu na terça-feira a ampliação do percentual de biodiesel renovável adicionado ao diesel comum durante a inauguração de uma unidade de produção desse combustível em Barra do Bugres (163 quilômetros a noroeste de Cuiabá).
A legislação aprovada em dezembro de 2003 pelo governo prevê a adição obrigatória de 2 por cento do biodiesel no diesel a partir de 2008. O presidente entende que a meta de utilizar a adição de 5 por cento do combustível a partir de 2013 pode ser antecipada.
"Não sou técnico e nem pesquisador, discount mas hoje o Brasil já está preparado para usar o B-5, salve o B-10", search disse Lula sobre a proporção do biocombustível ao diesel tradicional.
Segundo o gerente da Barrálcool –proprietária da unidade recém-inaugurada–, Sílvio Rangel, a empresa recebeu consulta da Petrobras para antecipar 10 milhões de litros de janeiro de 2007 para dezembro.
Em quatro leilões de contratos futuros de biodiesel, a companhia, que investiu 27 milhões de reais na construção da unidade, tem a entregar 840 milhões de litros.
No mesmo raciocínio de Rangel e Lula, o vice-presidente da Dedini Indústrias de Base, José Luiz Olivério, fala em um cenário de mistura de 20 por cento do biodiesel no diesel no futuro e de 5 por cento já a partir de 2009.
Se ocorrer esse movimento, acredita, o crescimento da empresa será de 15 a 20 por cento ao ano. A Dedini forneceu equipamentos para a planta.
Atualmente, segundo dados do Ministério de Minas e Energia e do próprio presidente, o Brasil já tem contratado com leilões futuros 840 bilhões de litros de biodiesel. O valor corresponde aos 2 por cento previstos para adição de biodiesel ao diesel.
Lula defendeu que a indústria automobilística desenvolva motores para testar carros com uso total de biodiesel, pois há testes feitos em vários lugares do país com "carro andando com 10 por cento, 15 por cento de biodiesel no motor e não tem acontecido nada".
O governador Blairo Maggi diz que, em um espaço de cinco a 10 anos, "não vamos ver nenhum produtor acima de 500 a 1.000 hectares comprar diesel de distribuidor, porque os produtores farão seu próprio combustível.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Homero Pereira, afirma que pode haver redução do custo global do frete em 10 por cento com uso do biodiesel no lugar do diesel no plantio e transporte.