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Brasil

Leandrinho assume responsabilidade e diz que vai estar em forma no Mundial

Arquivo Geral

19/07/2006 0h00

Para o armador Leandrinho Barbosa, a edição japonesa do Campeonato Mundial masculino de basquete vai ser mais difícil que a disputa em Indianápolis, quatro anos atrás. Hoje, o jogador do Phoenix Suns esteve em São Paulo para a abertura do adidas Camp ao lado do mexicano Eduardo Najera e falou sobre sua expectativa para o torneio.
Em 2002, aos 19 anos, ele integrou o grupo que terminou em sétimo na competição. “Vai ser mais forte (que nos EUA). Estou bastante ansioso e esperançoso porque vai ser um desafio muito grande”, confessa. Ao contrário da edição passada, o armador seguirá para a Ásia na condição de titular e homem de segurança no grupo. Mas com a experiência de três temporadas na NBA isto não o preocupa. “Responsabilidade a gente sempre tem. Vou tentar dar o meu melhor”, promete.

Por enquanto, ele confessa estar abaixo de sua condição máxima. “Fiquei duas semanas parado e voltei a treinar agora na Hebraica. Estou com 60% do meu condicionamento físico”, admite o armador. Mas isso não diminui sua certeza quanto a possibilidade do Brasil chegar bem no Japão. “Um mês é tempo pra caramba”, garante, pensando no calendário de preparação.

A seleção brasileira inicia seus treinos amanhã, no ginásio do Botafogo, no Rio de Janeiro, mas já começa a preparação com dois desfalques: Nenê e Rafael Araújo, o Baby. No domingo (23/7), o time faz seu primeiro teste, enfrentando a Nova Zelândia no jogo um do Desafio Eletrobrás, no ginásio do Tijuca.

Do grupo selecionado pelo técnico Lula Ferreira, apenas dois atuaram juntos na temporada regular: o armador Nezinho e o ala/armador Alex, no COC/Ribeirão. Outros cinco convocados puderam trabalhar o entrosamento durante a disputa do Sul-americano.

Mas na base principal selecionada pelo treinador, alguns atletas não atuam lado a lado há, pelo menos, oito meses. Nem isso parece preocupar o armador para quem a afinidade anterior do time será suficiente para administrar o problema. “Este é um conjunto forte e o fato de estar separado a tanto tempo não faz diferença”.

No trabalho de preparação, a comissão técnica também foi buscar subsídios externos e o próprio técnico Lula fez um estágio nos Estados Unidos com os Suns, o que só reforça a confiança de Leandrinho. “O Phoenix é um time que tem pegada forte, como a gente gosta. Eles aproveitaram muita coisa que aprenderam lá e agora é só colocar em prática”.

O Mundial tem início dia 19 e o Brasil está no grupo C, juntamente com Austrália, Grécia, Lituânia, Catar e Turquia. “Nossa primeira chave é muito boa, mas creio que nosso professor Lula vai fazer o necessário para lidar com isso”, concluiu Leandrinho.

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