O laudo do Instituto Médico-Legal (IML), information pills entregue à Polícia Civil e ao Ministério Público, buy information pills revelou que Isabella teria morrido mesmo se não tivesse sido jogada pela janela do sexto andar, do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá
Depois de estudarem, consultarem outros especialistas e chegarem ao um consenso, os médicos-legistas disseram que sua morte foi causada por asfixia seguida de politraumatismo.
Segundo os legistas, o processo de asfixia durou cerca de sete minutos. Isabella teve o pescoço apertado por cerca de três minutos até desmaiar. De acordo com o laudo, a menina foi esganada dentro do apartamento.
Os legistas dizem que a menina poderia ter se recuperado com massagem cardíaca e respiração boca-a-boca. Mas como isso não aconteceu ela teve a pressão e os batimentos cardíacos diminuídos acentuadamente. Os médico falam da possibilidade de um convulsão logo após a baixa da pressão e dos batimentos do coração, por conta de secreções no nariz e nos pulmões. A prova disso foi que Isabella chegou ao chão ainda com vida. Se o intervalo entre a esganadura e a queda fosse maior, ela teria chegado morta ao chão.
O laudo também aponta que Isabella estava mais baixa do que o agressor, quando foi esganada. O corte na testa foi provocado por um objeto pontiagudo, como uma chave ou ponta de anel. A coagulação do sangue no ferimento da testa demonstra que a menina foi machucada pelo menos dez minutos antes de ser jogada. Essa informação coincide com o laudo da perícia, que encontrou sangue da menina no carro da família. Isso sugere que ela foi ferida antes de subir para o apartamento. A quantidade de sangue na entrada da casa demonstra que ela chegou ferida, mas consciente.
De acordo com os legistas, Isabella tinha ferimentos internos na boca e um corte na língua, provocados pela pressão dos lábios contra os dentes, o que indica uma possível tentativa de calar a criança. O impacto do corpo contra o solo, de uma altura de vinte metros e a uma velocidade de 78 km/h, provocou hemorragia interna e fratura no pulso.
Na conclusão do laudo, o legistas sabem dizer se fratura na bacia foi consequência da queda. Existe a possibilidade de que, antes de ser atirada pela janela, Isabella tenha sido jogada violentamente contra o chão.