Aos 22 anos, o polonês Robert Kubica se prepara para sua primeira temporada como titular da BMW-Sauber na Fórmula 1. Em 2006, ele foi alçado à mesma condição após a demissão do canadense Jacques Villeneuve, mas disputou boa parte do ano como terceiro piloto da equipe.
A partir deste domingo, ele pretende mostrar que a aposta por sua continuidade ao lado do alemão Nick Heidfeld foi acertada. Durante os treinos da pré-temporada da categoria, Kubica sofreu com alguns problemas, o que não impede que ele chegue bastante otimista para o Grande Prêmio da Austrália.
“Os testes de inverno foram bastante difíceis para nós”, explicou o polonês, já no Albert Park, local da primeira corrida do ano. “Mas, no Bahrein, nós completamos a simulação de corrida com os dois carros. Por isso, estamos muito otimistas quanto à confiabilidade do carro. A equipe está confiante, e eu também”, completa, bastante otimista.
Ainda assim, o piloto adianta que pode ter algumas dificuldades nas primeiras provas do ano. O polonês lembra da grande evolução tida pro algumas equipes durante os treinos, mas, mesmo com a evolução dos carros de sua própria escuderia, Kubica acredita que a BMW poderia ter testado mais.
“Nós rodamos menos quilômetros do que deveríamos nos testes, além de termos sido atrapalhados por alguns problemas. Não foi fácil compreender e nos acostumar aos novos pneus ou configuração do carro, na qual trabalhamos muito o estilo de condução, que teve que ser bem diferente no meu caso”, explica Kubica, que vai além.
“Por isso, sei que não foi fácil. Mas acredito que mostramos um desenvolvimento muito bom e, se o carro estiver funcionando bem, podemos lutar por bons tempos por volta e alcançarmos um bom ritmo em distâncias longas. Portanto, vamos ver como nos damos amanhã (sexta-feira) e no dia seguinte, aí tudo será mais claro”, prevê.
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