Heikki Kovalainen admitiu que ainda não sabe se ficará ou não na Renault para a próxima temporada. Depois de estrear na Fórmula 1 neste ano, o finlandês ainda espera confirmação de seu nome no time francês, que tenta trazer de volta o bicampeão Fernando Alonso.
Dado como um dos prováveis substitutos do espanhol na equipe inglesa, Kovalainen afirma que está estudando as opções que a Renault lhe deu para depois confirmar qual será seu futuro. “Não tenho contrato com ninguém e tenho opções diferentes (da Renault). Espero que possa ficar, mas veremos, pois há outras alternativas interessantes. Simplesmente não se sabe qual equipe será forte no ano que vem. Pode ser qualquer uma e é por isso que essas coisas levam tempo”, diz o finlandês.
Para o piloto, o fator Alonso deve pesar na decisão da Renault a respeito de seu futuro. “Eles me conhecem e sabem de meu potencial pelo que viram nesta temporada. Posso fazer um bom trabalho, mas é claro que Fernando é um agente de peso. Acho que qualquer time gostaria de tê-lo e penso que a Renault está tentando trazê-lo de volta. Assim, precisamos ver se serei eu quem conduzirá o outro carro ou outra pessoa”, reconhece.
A Renault já fez uma proposta oficial por Fernando Alonso e o espanhol pode aceitá-la a qualquer momento. Kovalainen, por sua vez, já adiantou que exigirá igualdade de tratamento quando a temporada começar em março, com o GP da Austrália. “Não quero ser escudeiro de ninguém no início do campeonato, deixei isso claro à Renault”, afirmou piloto.
“O fato é que, quando for para Melbourne, quero ter certeza de que posso brigar pelo campeonato”, explicou o finlandês. “Se o outro piloto for mais forte no final da temporada e precisar de minha ajuda, tudo bem. Mas preciso começar a temporada com um tratamento igualitário e isto é muito importante para mim”, finalizou Kovalainen.
A outra possibilidade da Renault para o segundo carro seria o brasileiro Nelsinho Piquet, que em 2007 trabalhou como piloto de testes da escuderia.
Dado como um dos prováveis substitutos do espanhol na equipe inglesa, Kovalainen afirma que está estudando as opções que a Renault lhe deu para depois confirmar qual será seu futuro. “Não tenho contrato com ninguém e tenho opções diferentes (da Renault). Espero que possa ficar, mas veremos, pois há outras alternativas interessantes. Simplesmente não se sabe qual equipe será forte no ano que vem. Pode ser qualquer uma e é por isso que essas coisas levam tempo”, diz o finlandês.
Para o piloto, o fator Alonso deve pesar na decisão da Renault a respeito de seu futuro. “Eles me conhecem e sabem de meu potencial pelo que viram nesta temporada. Posso fazer um bom trabalho, mas é claro que Fernando é um agente de peso. Acho que qualquer time gostaria de tê-lo e penso que a Renault está tentando trazê-lo de volta. Assim, precisamos ver se serei eu quem conduzirá o outro carro ou outra pessoa”, reconhece.
A Renault já fez uma proposta oficial por Fernando Alonso e o espanhol pode aceitá-la a qualquer momento. Kovalainen, por sua vez, já adiantou que exigirá igualdade de tratamento quando a temporada começar em março, com o GP da Austrália. “Não quero ser escudeiro de ninguém no início do campeonato, deixei isso claro à Renault”, afirmou piloto.
“O fato é que, quando for para Melbourne, quero ter certeza de que posso brigar pelo campeonato”, explicou o finlandês. “Se o outro piloto for mais forte no final da temporada e precisar de minha ajuda, tudo bem. Mas preciso começar a temporada com um tratamento igualitário e isto é muito importante para mim”, finalizou Kovalainen.
A outra possibilidade da Renault para o segundo carro seria o brasileiro Nelsinho Piquet, que em 2007 trabalhou como piloto de testes da escuderia.