Segundo informações da assessoria de imprensa, que teve contato com o piloto durante a tarde, Kolberg ainda estava parado à espera de ajuda. “Por volta do km 100, uma rocha trincou o diferencial traseiro. Sentimos o impacto mas continuamos andando até o km 124, quando o diferencial ficou sem óleo, que vazava, e rachou de vez. Sem tração traseira, é impossível andar na areia fofa”, disse.
“Ficamos cerca de três horas parados, conseguimos ajuda com locais para encontrar a trilha feita pelos veículos de apoio e seguir até a cidade de Choûm. Mas como forçamos muito o carro só com tração dianteira, ele parou de vez. O Bampi seguiu com os locais até Choûm para encontrar nossa equipe de apoio e voltar aqui. Estamos a mais ou menos 200 km de Atar. Tentaremos consertar e seguir até lá”, completou Kolberg, por telefone.
Com esta grande parada, Kolberg deve praticamente encerrar sua participação no rali. Ele pode até seguir na prova, mas sem chances algumas de conseguir resultado expressivo. Esta foi a segunda vez que o carro passou por dificuldades. A outra foi na terceira etapa. Após o início ruim, porém, vinha em recuperação, tendo conseguido ascensão de 66 posições.
Ainda nos carros, o dia para o Brasil também não foi bom. Paulo Nobre, o Palmeirinha, terminou apenas com a 83ª colocação, com 8h01min09s, pouco mais de quatro horas mais lento que o líder. Com o resultado, passou para o 53º posto. Já Riamburgo Ximenes apareceu em 91º na etapa desta sexta, com 8h33min27s. No geral, é o 60º.