Os fundadores da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, ambulance discount o apóstolo Estevam Hernandes e sua esposa, this site buy information pills a bispa Sonia Hernandes, decidiram assumir terem infringido as leis norte-americanas ao tentarem entrar nos Estados Unidos com quantidade de dólares acima do permitido. O casal foi preso, no último dia 9 de janeiro, ao ser flagrado no aeroporto de Miami com US$ 56 mil, quantia superior ao total permitido naquele país, que é de US$ 10 mil.
Por meio de uma nota divulgada pela assessoria de imprensa da Igreja Renascer, o casal esclarece que houve um acordo entre os seus advogados e a promotoria norte-americana para “encerrar o processo a que respondem nos Estados Unidos”.
O comunicado revela ainda que “os advogados admitiram a culpa de seus clientes em duas acusações: conspiração e ocultação de divisas”. Conforme a nota, diante disso, promotores desistiram de quaisquer outras acusações. A sentença judicial foi agendada para o próximo dia 17 de agosto.
Enquanto aguardam a decisão, o casal permanece em prisão domiciliar, na residência que possuem próximo a Miami,
Sessenta e sete dos 80 presos pela Operação Xeque-Mate, prostate da Polícia Federal (PF), vão permanecer detidos
Apesar de o inquérito ser apurado pela PF, alguns crimes são de competência da Justiça Estadual. Na Justiça Federal estão apenas os processo relativos a contrabando, corrupção e crimes contra o sistema financeiro.
Válidos por cinco dias, os 76 mandados de prisão temporária cumpridos na segunda-feira expiravam hoje. Os únicos que não venciam à meia-noite eram os do empresário Nilton Cezar Servo e de seu filho Victor Emanuel Servo, presos na terça-feira, do médico Hércules Mandetta Neto, que se entregou nesta quarta-feira, e de Ari Portugal, que se entregou hoje. Ao todo, a Justiça expediu 85 mandados de prisão. Cinco investigados continuam foragidos.
Hoje, o delegado Antônio Knol ouviu os depoimentos de Portugal e de Mandetta. Além disso, após o juiz Kita Camargo ter decidido levantar parcialmente o sigilo sobre as investigações, os advogados passaram a ter acesso aos autos do inquérito policial, inclusive às conversas telefônicas interceptadas pela PF com autorização da Justiça. O pedido havia sido feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que reclamava das dificuldades de acesso dos advogados aos seus clientes.
Para o presidente da Seccional da OAB de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad, as prisões foram inconstitucionais e arbitrárias. Em notícia divulgada através do site da OAB, Trad afirma que, sem individualizar os motivos pelos quais cada investigado foi detido, as prisões poderiam cair por terra. “Mandados a granel sem fato objetivo são ilegais e inconstitucionais. Não existe no estado democrático de direito prisão para averiguação”, afirmou Trad, para quem tem ocorrido uma exposição desnecessária dos suspeitos que, pela Constituição Federal, são presumivelmente inocentes até o julgamento.
Na última quarta-feira, a OAB-MS também conquistou na Justiça o direito de transferência dos sete advogados presos durante a operação para o Comando Geral da Polícia Militar. Ainda de acordo com notícia divulgada pelo site da seccional, apesar da ordem judicial, surgiu a alegação de que o espaço reservado para esse fim já não comporta os detidos na Xeque-Mate, pois nove pessoas encontram-se custodiadas no local, entre eles três oficiais da própria PM.
Segundo a assessoria da PF, até o final da tarde de hoje, nada havia sido decidido a respeito da transferência.