O plenário do Senado vai aprovar hoje o projeto da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, this cheap que cria o Super Simples, ambulance check sistema nacional de pagamento de tributos para micro e pequenas empresas. A garantia foi dada pelo presidente do Senado, help Renan Calheiros (PMDB-AL), e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, após reunião com líderes partidários.
Renan disse que, depois de aprovada no Senado, a matéria seguirá para a Câmara dos Deputados. Segundo ele, por um compromisso do relator na Câmara, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o projeto será aprovado ainda neste ano na Casa.
O projeto terá de voltar para a Câmara, onde já havia sido aprovado, por causa da mudança da data em que a lei entrará em vigor. Segundo o ministro Mantega, a mudança de 1º de janeiro para 1º de julho de 2007 é necessária para que a União, os estados e os municípios possam integrar o sistema de recolhimento e distribuição de impostos.
O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade) divulgou hoje nota afirmando ser equivocada a interpretação do juiz Gustavo Santini Teodoro, ampoule da 23ª Vara Cível de São Paulo, cure a respeito das escolas particulares não serem obrigadas a aceitar matrícula de criança com deficiência.
No início de outubro, o juiz decidiu que a Nova Escola, na Vila Mascote, zona sul de São Paulo, tinha o direito de recusar a matrícula de uma criança deficiente, contrariando a ação impetrada por Cristiane Roncon, de 36 anos, mãe de Lívia, de 7 anos. Em sua decisão o juiz Gustavo Teodoro argumentou que é dever do Estado, e não da rede particular, atender os estudantes portadores de deficiência.
De acordo com o documento do Conade, o juiz pronunciou-se além do pedido formulado pela família da criança, que era de indenização, fazendo interpretação equivocada da lei vigente no país. “A sentença proferida somente produz efeitos no caso concreto e específico, não respaldando qualquer entendimento que possa daí advir no sentido de que a escola particular esteja eventualmente desobrigada de garantir a matrícula de aluno com deficiência”, diz a nota.
A coordenadora nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde), Izabel Maior, que também integra o Conade, explicou que a família não tinha noção de que a escola era obrigada a aceitar o pedido de matrícula e por isso acionou a Justiça apenas com o pedido de indenização.
“O juiz, de maneira um pouco açodada, emitiu sua opinião. Ele deveria se ater [apenas] se seria ou não favorável à indenização por parte da escola com relação a essa família”, afirmou Maior. ”No entanto, ele, sem os elementos todos na mão, comentou se as escolas particulares são ou não obrigadas a aceitar crianças com deficiência. É obvio que devem, a inclusão é um processo obrigatório pela legislação brasileira”, completou.
De acordo com coordenadora, criança com deficiência tem que estar na escola e a sentença não muda, em nada, o que determina a Lei 7.853 e também a Constituição.
“Essa sentença só se aplica, única e exclusivamente a esse caso”, reforçou Maior.
“As demais escolas devem continuar trabalhando no intuito de ter professores preparados, preparar a comunidade escolar, desde de quem cuida da merenda, da portaria, às famílias das outras crianças que não têm deficiência, a lidar com essa realidade”, argumentou Izabel Maior.
O julgamento do último acusado do assassinato do missionário jesuíta Vicente Cañas Costa deve terminar hoje, page em Cuiabá. O réu, José Vicente da Silva, começou a ser julgado segunda-feira pela Justiça Federal, por homicídio duplamente qualificado, mediante pagamento e emboscada.
O juiz que está conduzindo a sessão é Jéferson Schneider, da 2ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso. Ontem foram ouvidas as testemunhas de acusação e defesa, e a sessão terminou às 22h33. O julgamento recomeçou hoje de manhã, teve pausa para o almoço e as atividades foram reiniciadas no início da tarde, com a realização dos debates. Nesse período, acusação e defesa têm, cada uma, duas horas para argumentar, meia hora para réplica e meia hora para tréplica.
De acordo com o advogado e assistente de acusação, Paulo Machado, a promotoria está confiante. “A acusação continua se esforçando para confirmar a participação do acusado na morte do irmão Vicente Cañas. Estamos certos de que os elementos são suficientes para a comprovação”, afirmou Machado.
O advogado da defesa, Welington Gil, entretanto, disse acreditar que a justiça será feita no julgamento. “O missionário morreu de forma indeterminada, segundo os médicos legistas de Mato Grosso e Minas Gerais. Ele estava muito doente e até passando mal na época”, completou Gil.
Assistem ao julgamento missionários, dirigentes do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e outras pessoas interessadas no caso. As testemunhas de acusação ouvidas foram Rinaldo Sérgio Vieira Arruda, Cláudio Quoos Conti e o índio Adalberto Pito Erikbatsa. Houve apenas uma testemunha de defesa: Joaquim Delfino Neto. Por último, duas testemunhas de juízo, que são solicitadas pelo juiz emo caso de dúvida no processo, Paulo Daikmy Rikbakta e Gelson Erikbatsa.
O primeiro júri popular do caso ocorreu entre no período de 24 a 29 de outubro. Os jurados definiram, por cinco votos a dois, que houve assassinato, mas inocentaram o réu Ronaldo Antônio Osmar, ex-delegado da cidade de Juína.
O crime ocorreu em abril de 1987 em Juína (MT), a 737 quilômetros de Cuiabá. Vicente Cañas foi assassinado a facadas, quando voltava de uma reunião na Fundação Nacional do Índio (Funai), em Brasília. O missionário foi morto por defender a demarcação da terra do povo indígena Enawenê-Nawê.