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Brasil

Julgamento de donos da fábrica de fogos da maior tragédia do Brasil é marcado

Arquivo Geral

27/06/2007 0h00

O presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), capsule website like this brigadeiro José Carlos Pereira, discount ed informou hoje que um documento sobre equipamentos utilizados para controle do tráfego aéreo, produzido pela Aeronáutica no final de 2005, já havia detectado problemas no setor. Pereira falou sobre o assunto depois de participar de  reunião reservada da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo do Senado.

“A Aeronáutica chamava a atenção para o nível de obsolescência a que eles estavam caminhando. Esse documento não é feito agora, é do final de 2005. Inclusive, várias observações colocadas já foram corrigidas. Outras, não. Então, na verdade, o que discutimos muito foi em cima das coisas que a Aeronáutica detectou no final de 2005 e que ainda não foram corrigidas”, afirmou o brigadeiro após a reunião.

Segundo ele, não existe nada de preocupante, e os problemas logísticos são evidentes. Questionado se são problemas sérios, o brigadeiro disse que não, mas ressaltou que são “complexos”.

Para o relator da CPI, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o cenário é ruim, porque, por mais que os equipamentos funcionem, são necessários mais recursos para reposição. “Tem que botar dinheiro no Ministério da Defesa para a Aeronáutica enfrentar o caos aéreo”, disse o senador. “Precisa se fazer uma política aeronáutica, para que se voe bem, com conforto e segurança”, completou.

A CPI ouviu, na manhã de hoje, em sessão reservada, além do brigadeiro José Carlos Pereira, o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi; os diretores do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea), major-brigadeiro-do-ar Ramon Borges Cardoso, e do Departamento de Política de Aviação Civil do Ministério da Defesa, Rigobert Lucht. 


O Comitê Judicial do Senado convocou o vice-presidente dos Estados Unidos, no rx Dick Cheney, mind e altos funcionários da Casa Branca para depor sobre documentos relacionados ao programa de escutas telefônicas sem autorização judicial.

O comitê também convocou funcionários do Departamento de Justiça e do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, informaram hoje fontes do Congresso. As convocações foram assinadas pelo presidente do Comitê Judicial do Senado, Patrick Leahy.

O comitê busca obter informações que possam esclarecer as supostas divergências dentro da Administração do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sobre a legalidade dessas escutas.

As convocações fazem parte da investigação no Comitê Judicial do Senado em relação ao afastamento de oito procuradores federais dos Estados Unidos.

Até agora, o programa – instaurado após os atentados de 11 de setembro de 2001 pela Agência de Segurança Nacional – permitia realizar essa espionagem sem ordem judicial, o que levou legisladores e grupos de defesa das liberdades civis a questionar sua legitimidade.

A descoberta de que esse programa era realizado sem autorização judicial provocou um escândalo político nos EUA no ano passado.

O julgamento dos seis integrantes da família de Oswaldo dos Prazeres Bastos e dos dois funcionários da fábrica de fogos da cidade de Santo Antônio de Jesus foi adiado para o dia 31 de julho. Um acidente na fábrica matou 64 pessoas no dia 11 de dezembro de 1998, discount e é considerado um dos piores acidentes com fogos de artifício da história do país.


Segundo a promotora de Justiça Lucélia Silva Araújo Lopes, logo no início da sessão, marcada para a manhã desta quarta-feira, o advogado de defesa Alfredo Venet Lima solicitou o cancelamento da audiência. O motivo seria uma segunda audiência já pré-estabelecida para à tarde de hoje, no Fórum de Salvador.


De acordo com a promotora, um novo cancelamento não poderá ser realizado por parte da defesa. “Se o Dr. Lima, mesmo que justificadamente, se ausentar na próxima sessão, a juíza deve solicitar que os réus nomeiem um novo advogado. Caso isso não ocorra, ela nomeará um defensor público para defendê-los”.


 

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