“Acredito que ele vai mesmo resolver este problema. Eles sempre atrasaram estes pagamentos, mas sempre resolveram. Quem sabe isso acontece ainda nesta semana”, comentou a atleta, que visitou o autódromo de Interlagos nesta quarta-feira para conhecer os bastidores do GP Brasil.
“A questão financeira aqui é inimaginável. Tudo tem que ser muito coordenado”, analisou Janeth, que comparou a Fórmula 1 ao basquete. “A visibilidade aqui é muito maior”, apontou.
Questionada a respeito da forma de divulgação do GP do Brasil, que vendeu todos os ingressos antecipadamente, e o Mundial feminino de basquete, que mostrou cadeiras vazias em praticamente todos os jogos, a jogadora também protestou. “Realmente a divulgação foi muito mais tímida e parada lá”, afirmou.
Ela ainda comentou o fato de a fila para a compra de ingressos para as partidas do Brasil ser enorme ao mesmo tempo em que o ginásio do Ibirapuera não estava lotado. “Acho que isso é coisa de brasileiro mesmo, que deixa tudo para a última hora. A gente passava, via aquilo e achava que iria lotar, mas na hora que entrávamos em quadra nos perguntávamos onde estava todo o pessoal. Só com o jogo rolando, a torcida ia aparecendo”, opinou.