O juiz federal de Marabá, look Carlos Henrique Borlido Haddad, remedy condenou Luís Salomé de França, click Erival Carvalho Martins e Raimundo Benigno Moreira, integrantes do Movimento de Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), a pagarem, em conjunto, R$ 5,2 milhões à Vale, por terem liderado a manifestação que interditou a Estrada de Ferro Carajás, pertencente à mineradora, em abril deste ano.
Ao despachar na ação movida pela Vale, o magistrado também proíbe os réus de voltarem a praticar qualquer ato que ameace o livre trânsito na ferrovia, sob pena de ficarem sujeitos ao pagamento de multa diária no valor individual de R$ 3 mil.
Na fase de liquidação de sentença, ainda serão definidos valores para o pagamento das perdas e danos sofridos pela Vale, com os quais os condenados também terão que arcar.
O juiz relata “que se ateou fogo nos dormentes, houve corte de cabos de fibra ótica e de energia e levantamento de trilhos”.
A presidente de uma cooperativa de mineradores, Marilene dos Santos, também foi citada no processo, mas ofereceu defesa e foi absolvida.
O juiz entendeu que, ao contrários do três condenados, Marilene não exerceu o papel de liderança na interdição.
A direção do MST preferiu não se manifestar sobre a condenação, por não ter sido notificada.