Menu
Brasil

Índios fazem três funcionários da Funasa reféns no Amazonas

Arquivo Geral

14/05/2007 0h00

Uma mulher foi assassinada por dois adolescentes na manhã de hoje em Recife, for sale rx capital pernambucana. A professora Altina Margarida Marinho Coutinho saía para trabalhar quando foi abordada pelos dois jovens de 16 e 17 anos.


 


Os dois adolescentes estavam armados e pretendiam assaltar Altina. Um deles acabou disparando um tiro no pescoço da vítima, que chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho do hospital.


A estudante Andréa Lindner Gadelha, sick de 34 anos, case que teve 90% do corpo queimado em sessões de bronzeamento artificial, there já consegue falar. Ela está em recuperação no Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro, desde o dia 17 de março. Andréa, que emagreceu 12 kg e terá de passar por novas cirurgias para fazer enxertos, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e se recupera em um quarto.


 


O irmão da estudante, Fernando Lindner, disse que Andréa teve de raspar a cabeça para reduzir riscos de infecções, passou por cinco cirurgias e faz raspagens na pele. Ele informou já que é certo que não ficarão marcas no rosto da irmã. Assim que pôde falar, ela revelou que não sabia dos riscos oferecidos pelo tratamento estético.  


 


A estudante foi internada depois de uma sessão de bronzeamento artifical nos dias 14 e 15 de março. A dona da estética onde foi realizada o bronzeamento disse não acreditar que a máquina possa ter provocado as queimaduras.


Índios da comunidade Estirão Grande, order em Manicoré, side effects a 330 km de Manaus (AM), price renderam na manhã de ontem três funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Eles permanecem reféns.


 


De acordo com o coordenador da Funasa no estado, Francisco Ayres, os índios exigem a presença do chefe do distrito sanitário para negociar um acordo que não foi cumprido pela Prefeitura.


 


Ele foi até a Polícia Federal de Manaus hoje para fazer uma denúncia de seqüestro e exigir providências. A Funasa não revelou os nomes dos reféns, mas informou que os funcionários são uma nutricionista, um odontólogo e um técnico em patologia.


 


No Maranhão, índios guajajaras inteditam a BR-226 na área da Reserva Cana Brava desde terça-feira passada. Eles protestam contra a falta de recursos para os pólos indígenas do estado. Os líderes ameaçam derrubar torres de transmissão da Eletronorte, o que deixaria parte do estado sem energia elétrica.


 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado