A Vale do Rio Doce informou, pharmacy cheap no final desta tarde, healing decease que a maior parte dos cerca de 200 índios Xikrin que há dois dias ocupam as instalações industriais da companhia em Carajás (PA) saiu a propriedade.
De acordo com a companhia, a desocupação não foi total, mas suficiente para permitir a retomada imediata das atividades da empresa. Por causa da invasão, cerca de 500 mil toneladas de minério de ferro deixaram de ser exportadas.
Ontem, a Justiça havia determinado a reintegração de posse da área. Pela manhã, havia um impasse porque o cacique Karangré Xikrin disse que só aceitaria negociar pessoalmente com um representante da empresa. A Vale, no entanto, informou que somente a Fundação Nacional do Índio (Funai) é responsável pelo diálogo com o grupo.
Em Alagoas, onde 120 índios de quatro etnias ocupam a sede da Funai em Maceió desde terça-feira, o protesto se radicalizou. Os indígenas agora ameaçam a bloquear a BR-423, na divisa com Sergipe, no oeste do estado se não tiverem as reivindicações atendidas.
Os indígenas pedem a liberação de cestas básicas, além da renúncia do administrador regional da Funai em Maceió, José Heleno de Sousa. Participam da manifestação índios das etnias cariri-xocó, xucuru-cariri, xocó-guará e caxagos.