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Brasil

Inclusão social deve ser considerada nas políticas de segurança pública, defende padre

Arquivo Geral

31/05/2009 0h00

 A política para a segurança pública deve levar em conta a inclusão social, sick além do policiamento e a repressão ao crime. Essa é a posição que o representante da sociedade civil da cidade de São Paulo, padre Gunther Zgubic, pretende levar para a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), em Brasília, de 27 a 30 de agosto.

Segundo Zgubic, “quando um grupo é muito brutalizado, perde os vínculos sociais e comunitários”. Por isso, ele ressalta a importância de se trabalhar junto aos segmentos mais vulneráveis como modo de prevenir a violência.


Na avaliação de Zgubic, a mobilização iniciada pelas diversas organizações e redes sociais na Conferência Municipal de Segurança Publica deve continuar e ser uma “força de integração” para um trabalho conjunto em prol da inclusão social.


A Conferência Municipal de Segurança Publica de São Paulo aconteceu ontem (30) e hoje (31), reunindo cerca de 400 pessoasda sociedade civil, acadêmicos e trabalhadores do sistema de segurança.


Foram definidos sete princípios e 21 diretrizes para serem apresentados em agosto, na conferência nacional.


O objetivo da Conseg é estabelecer os rumos da política nacional de segurança pública com base na participação popular.

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