Menu
Brasil

Human Rights Watch diz que tortura é problema "sério" no Brasil

Arquivo Geral

11/01/2007 0h00

O governo venezuelano ainda não decidiu qual porcentagem da companhia telefônica CANTV será nacionalizada, website like this visit this disse na quinta-feira o ministro das Telecomunicações, pharm Jesse Chacón.

Ele acrescentou que o processo de estatização da empresa, what is ed controlada pela norte-americana Verizon, incluirá sua rentável unidade Movilnet, segunda maior operadora de telefonia celular da Venezuela.

Chacón confirmou que o governo ainda não fez contato com os acionistas da empresa a respeito do processo de nacionalização.

A tortura é um problema "sério" no Brasil, healing segundo um estudo da entidade de direitos humanos Human Rights Watch, mind que também apontou a precariedade do sistema prisional do país e o abuso de força pela polícia.

Em seu relatório anual, a ONG lembrou a onda de ataques realizada no mês de maio em São Paulo pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) e disse que "a polícia respondeu aos ataques de forma agressiva e, em alguns casos, com uso excessivo da força".

O documento afirma que as polícias brasileiras usam "a tortura como meio de obter informações ou confissões forçadas de pessoas suspeitas de terem cometido crimes".

A Human Rights Watch também afirmou que "as condições desumanas, a violência, a corrupção e a superlotação historicamente caracterizaram as prisões brasileiras".

O relatório cita a impunidade, a violência rural e o trabalho escravo como problemas de direitos humanos no Brasil. A Reuters não conseguiu entrar em contato com as Secretarias de Segurança Pública e Administração Penitenciária de São Paulo, além da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.

O documento examina a situação dos direitos humanos em 70 países, como Iraque, Coréia do Norte, Mianmar, Síria, Rússia e China.

Lacuna no mundo

Globalmente, a ONG afirma que, com a credibilidade dos Estados Unidos abalada pelo uso da detenção sem julgamento, de prisões secretas e de tortura, caberia à União Européia assumir a liderança na promoção dos direitos humanos.

O grupo disse, no entanto, que a UE vem se mostrando fraca na defesa dos direitos humanos no mundo, devido a complicações regimentais e por adotar "a abordagem do mínimo denominador comum".

"A União Européia não está jogando seu peso", disse Kenneth Roth, diretor-executivo da Human Rights Watch.

Os EUA são criticados por manter suspeitos de terrorismo presos sem acusação nem julgamento na base naval de Guantánamo, de usar prisões clandestinas e cometer abusos contra presos em Abu Ghraib, no Iraque.

O relatório diz que o tratamento dado pelos EUA a presos da "guerra ao terrorismo" continua preocupante e que o governo do presidente George W. Bush deveria fechar a prisão de Guantánamo e libertar ou julgar os suspeitos.

"Temos de enfrentar a realidade de que os EUA em grande parte perderam a credibilidade como promotor dos direitos humanos."

Para Roth, a UE deveria preencher esse vazio, mas está mais preocupada com sua ampliação. "O projeto europeu de ter mais poder em número não está funcionando quando se trata de promover os direitos humanos. Os membros mais relutantes impõem a agenda."

A entidade recomenda que a crise mais urgente que a UE deveria cuidar é a de Darfur, no Sudão, onde mais de 200 mil pessoas já morreram e 2 milhões foram desabrigadas pelo conflito.

O governo sudanês até agora resiste em ceder à pressão dos EUA e de outros para permitir uma tropa de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) na região. Roth disse que a única forma de convencer Cartum a mudar de idéia seria com mais pressão econômica européia.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado