“Nos últimos dias, passamos muito tempo pensando no ano que vem. Por marcar o encerramento desta temporada, o GP Brasil será para nós o nosso foco principal para os planos a longo prazo da Honda e nosso retorno à competitividade”, complementou o ex-chefe da Ferrari, contratado no início de 2008 para tentar apagar o fracasso do último ano da montadora: faturou modestos seis pontos em 17 corridas.
Ross Brawn também ressaltou o fato de o traçado do autódromo paulistano permitir uma série de mudanças no carro. “Aqui é, de fato, o melhor lugar para encerrar a temporada. Os engenheiros e os pilotos têm um desafio diferente e interessante para ajustar os monopostos. O desenho da pista é quase tridimensional e em sentido anti-horário, além do fato de a cidade ter uma atmosfera incrível para a corrida e a torcida ser apaixonada pela Fórmula 1”, finalizou.