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Brasil

Helen pronta para mais um Mundial

Arquivo Geral

10/07/2006 0h00

Aos 33 anos, a ala/armadora Helen Luz é uma das jogadoras mais experientes da seleção brasileira de basquete. Campeã mundial em 1994 e bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney-2000, ela está no Rio de Janeiro onde se prepara para disputar seu quarto Campeonato Mundial, em setembro. “Nem acredito que já disputei três mundiais”, diz a atleta, que foi campeã aos 21 anos. “Joguei até mais tempo do que esperava e aprendi bastante com as mais experientes. Agora tento passar um pouco da minha vivência para as mais jovens”.

Além do título, Helen ajudou a seleção a conquistar um quarto lugar no torneio, em 1998, mas acabou perdendo boa parte da edição de 2002. “Na China, infelizmente me machuquei no terceiro jogo. Fiquei triste em não poder participar, mas no esporte é assim mesmo”, lembra.

Mas para o torneio de setembro, ela está otimista. “A minha preocupação absoluta é defender bem o Brasil neste Mundial e estou reunindo todos os meus esforços nesse objetivo”, afirma, animada por voltar a jogar no Brasil. “Será emocionante disputar um Mundial em casa. O Ibirapuera tem a cara do basquete e o público brasileiro merece um grande espetáculo. A última competição oficial que joguei no Brasil foi a Copa América de 2001, em São Luís (MA) e me lembro que foi maravilhoso, com a torcida comparecendo em peso ao ginásio. Imagina em um Mundial no Ibirapuera? Vai ser fantástico”.

Para ela, a equipe está fazendo uma boa preparação. “Acho que é ideal. Serão três meses de treinamentos intensos e jogos, mas disputar um Mundial vale todo esse empenho. Pessoalmente, estou muito satisfeita por participar do trabalho desde o início para chegar 100% em setembro”.

Na lista de adversários, Helen destaca as tradicionais seleções dos Estados Unidos, Austrália, Rússia e China. Mas isso não diminui sua confiança. “Acredito que temos condições de conquistar uma medalha e o grupo todo está trabalhando duro para isso. Temos um time bom, com atletas de grande experiência internacional, que conhecem bem a realidade do basquete atual. Estamos maduras e conscientes dos obstáculos que temos que superar. A nossa equipe evoluiu bastante, especialmente na defesa e no trabalho das pivôs. Temos uma excelente safra de atletas nessa posição. O contra-ataque continua sendo o nosso ponto forte, mas hoje sabemos marcar, pegar rebote e somos fortes fisicamente”, completa.

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