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Brasil

Grego otimista com a seleção brasileira

Arquivo Geral

10/09/2006 0h00

O presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Gerasime Nicolas Bozikis, o Grego, está otimista para o Mundial feminino, que começa na terça-feira, em São Paulo. Para o dirigente, o Brasil deve brigar pelo título.

“Esse grupo é extraordinário, porque tem uma boa mistura de jogadoras experientes e talentosas. O conjunto é o nosso grande trunfo, mas podemos destacar o talento e experiência de jogadoras como Janeth, Alessandra, Cíntia, Helen e Adrianinha, o vigor físico de Iziane, Kelly, Micaela, Êga e Érika, e a qualidade das novatas como Sílvia e Palmira” elogiou.

Grego aposta na vantagem de jogar em casa para resgatar a imagem do basquete brasileiro, que perdeu crédito com a campanha no Mundial masculino. “Desde 1994, quando fomos campeões mundiais na Austrália, o basquete feminino tem estado no pódio de todas as competições internacionais e não será diferente aqui em São Paulo. Elas sabem da importância de uma vitória em casa para o basquete brasileiro”, incumbiu.

Este é a oitava competição internacional de basquete organizada pelo Brasil e o quarto Mundial feminino – o primeiro foi em 1957, no Rio de Janeiro, quando a equipe brasileira ficou em quarto lugar. Depois, vieram as edições de 1971 (terceiro lugar) e 1983 (quinto lugar). Só a Espanha organizou tantos Mundiais de basquete feminino.

“Estamos dando uma demonstração de força do nosso país e do nosso basquete. Reabrimos e remodelamos o ginásio do Ibirapuera, que agora está totalmente aparelhado com o que há de mais moderno em equipamentos. Isso é um grande legado que deixamos à cidade de São Paulo”, orgulhou-se Grego.

A organização do 15º Campeonato Mundial de basquete feminino investiu R$ 3 milhões na competição, divididos em infra-estrutura, hospedagem, alimentação e transporte das 16 equipes participantes.

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