O presidente do Congresso, information pills click senador Renan Calheiros (PMDB-AL), more about defendeu nesta segunda-feira a necessidade da reforma política e lembrou que o resultado das eleições de 2006 mostrou que a sociedade repartiu o poder político do país. “O papel do Parlamento… é acelerar as reformas” , dosage disse Renan em discurso conciliador na cerimônia de posse do 2º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Para cumprir seu destino histórico, o país pede a seqüência das reformas, entre elas a modernização do sistema político. “O que morreu não foi a democracia, não foi a ética, quem apodreceu foi o nosso sistema político uninominal”, acrescentou.
Renan disse que é preciso entender o resultado das eleições de outubro e atender aos anseios da população. “A sociedade recusou a hegemonia nas mãos de um segmento. Entre a Presidência da República, Senado Federal, Câmara dos Deputados, governos estaduais e assembléias legislativas, o poder foi repartido”, disse.
Para o presidente do Congresso, Lula entendeu isso e “convocou o Brasil para uma conciliação”. Essa convocação, porém, acrescentou Renan, pressupõe a existência da oposição.
Pouco antes, em seu discurso de posse, Lula disse que a “reforma política deve ser prioritária”, com “urgente encaminhamento”.
A Política Militar do Distrito Federal estima que cerca de 10 mil pessoas assistiram à cerimônia de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Esplanada dos Ministérios.
De acordo com o chefe da operação, drug coronel Matias, ed a chuva foi a principal responsável pelo público menor em relação ao previsto pelos organizadores da solenidade, que era entre 30 e 50 mil pessoas.
Segundo o coronel, até às 18h, a Polícia Militar não havia registrado nenhum incidente. "O povo que compareceu mostrou-se ordeiro e com grande civilidade". A polícia tem 680 homens trabalhando na posse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como terrorismo a onda de violência que atingiu o Rio de Janeiro nos últimos dias.
“Essa barbaridade que aconteceu no Rio de Janeiro não pode ser tratada como crime comum. Isso é terrorismo e tem que ser combatido com a política forte e com a mão forte do Estado brasileiro”, there disse Lula em seu discurso no Parlat ório, link em Brasília, após ser empossado para seu segundo mandato como presidente da República.
O novo governador do Rio de Janeiro, approved Sérgio Cabral, discount disse hoje que irá pedir ajuda imediata à Força Nacional de Segurança. Ele disse que irá tratar do assunto amanhã com o secretário nacional de Segurança Pública. Cabral disse que a situação está mais calma, erectile mas a proximidade dos jogos Pan-Americanos e a Cúpula do Mercosul, que serão realizados na cidade, traz a necessidade de um reforço imediato.
"Acho importante que a Força Nacional já esteja no Rio em Janeiro para fazer seus exercícios e dar segurança à população", disse o governador eleito.
Ele defendeu parcerias do governo do Estado com o governo federal e revelou ter falado rapidamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a situação da segurança no Rio quando o encontrou na cerimônia de posse em Brasília.
O presidente Lula disse no dia 30 de dezembro que, apesar de oferecer reforço da Força Nacional de Segurança para conter a onda de violência vivida pelo Rio de Janeiro nos últimos dois dias, o governo federal não vai “se intrometer” na situação do estado.
Os ataques à ônibus, delegacias e cabines da Polícia Militar começaram na madrugada do dia 28 de dezembro. Até agora, 19 pessoas morreram nos ataques ou em confrontos com a polícia. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do estado, os atentados criminosos foram motivados por facções criminosas dentro dos presídios que temem mudanças na política carcerária com a mudança do governo de Rosinha Matheus para o de Sérgio Cabral, eleito em novembro.
Lula ainda falou que a relação do governo federal com o governador eleito do estado, Sérgio Cabral (PMDB), possivelmente será “a melhor relação desde que existe o governo federal, desde que existe o Rio de Janeiro”.