O iPhone ganhará um novo concorrente a partir de hoje, view o Dream, medical primeiro celular com software apresentado pelo Google e que tenta desbancar o aparelho fabricado pela Apple.
Operado nos Estados Unidos pela T-Mobile e fabricado pela HTC, viagra o Dream é um celular – a julgar pelas fotos que circulam na internet – com design simples, mas com a particularidade de funcionar com o Android, uma plataforma de software para telefones móveis liderada pelo Google.
O Android faz com que a navegação pela Internet a partir do celular seja mais simples, permite abrir várias aplicações ao mesmo tempo, o que não é possível com o iPhone, e facilita a troca de dados e contatos entre usuários.
Por enquanto, o Dream será oferecido exclusivamente com a T-Mobile, mas o Google convidou todos as operadoras a fabricar telefones que funcionem com o Android, cujo código é aberto e permite às companhias telefônicas economizar em licenças de software.
Para o Google, que ganha grande parte de suas receitas graças à publicidade na internet, o Dream é mais um passo rumo ao sonho de uma sociedade permanentemente conectada à rede e aos serviços do buscador.
“Se a internet é amplamente acessível, é bom para nós”, disse recentemente Sergey Brin, co-fundador do Google.
Coincidindo com seu décimo aniversário, o buscador declarou que vai “apostar forte na web móvel” nos próximos anos.
Espera-se que o Dream custe US$ 200 nos EUA – o mesmo preço do iPhone e de alguns modelos do BlackBerry – e que comece a ser vendido em outubro.
Os analistas que tiveram acesso ao telefone concordam que ele não supera o iPhone em design, mas opinam que apresenta algumas vantagens para o usuário.
Seu aspecto não é tão elegante quanto o do iPhone, mas o Dream incorpora um teclado sob a tela, que possivelmente também será tátil.
Segundo a revista americana “Time”, o Dream permitirá cortar e digitar textos nos e-mails, o que não é possível com o iPhone.
Porém, o mais interessante é o chamado Android Market, a resposta do Dream à loja de aplicativos da Apple para o iPhone e o iPod Touch.
Estes aplicativos, dos quais a Apple distribuiu mais de 100 milhões em pouco mais de dois meses, são programas, às vezes, gratuitos desenvolvidos pela própria companhia ou programadores alheios a ela e que incorporam novos usos ao telefone.
No Dream, todos os aplicativos serão de graça e o usuário poderá utilizar vários ao mesmo tempo.
Enquanto a Apple decide que programas autorizar em sua loja online, o Android é um sistema aberto no qual todos os aplicativos terão validade.
Segundo o “Time”, entre eles há alguns muito interessantes como um sistema de navegação chamado BreadCrums, que não só mostra o caminho a seguir, mas também fotos das ruas para ajudar o usuário a se orientar.
Outro aplicativo, o TuneWiki, transforma o telefone em um Karaokê portátil e oferece vídeos musicais do YouTube, propriedade do Google, com a letra das canções para que o usuário possa cantá-las caso queira.