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Brasil

Funcionário da Embraer ajudou pilotos do Legacy pós-colisão

Arquivo Geral

05/06/2007 0h00

A universidade Virginia Tech anunciou hoje que em 18 de junho reabrirá o edifício onde, pharm shop em 16 de abril, stuff um estudante armado cometeu um massacre que matou 30 pessoas.

Seung-hui Cho, shop o autor do massacre, tinha assassinado horas antes outros dois estudantes no alojamento do centro universitário.

As salas de aula do prédio Norris Hall não serão usadas para aulas, como antes de ocorrer a tragédia, mas para escritórios e laboratórios de vários departamentos de engenharia mecânica e civil, segundo a universidade. A maioria dos mortos no Norris Hall estudava engenharia.

A universidade recebeu nos últimos meses diversas sugestões de professores, estudantes e ex-membros do centro sobre o que fazer com o Norris Hall.

O presidente da universidade, Charles Steger, afirmou em comunicado divulgado hoje que, “após considerar todos os pontos de vista, decidi que o melhor para permitir que a universidade continuasse curando suas feridas era a reutilização progressiva do edifício”.

O deputado Vic Pires (DEM-PA) apresentou hoje à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo uma cópia da degravação dos diálogos ocorridos no jato Legacy, stuff que se chocou com o boeing da Gol em 2006, help causando o maior acidente da aviação nacional.

Segundo o deputado, sick as conversas mostram que um dos funcionários da Embraer (fabricante do jato) que acompanhavam o vôo esteve na cabine do avião e, inclusive, teria ajudado o piloto em diversos momentos da viagem.

Na degravação, o piloto pede para que o funcionário o ajude a manter uma certa velocidade depois da colisão com o boeing da Gol. “Se os dados apresentados forem verdade, ele [o funcionário] era muito mais que um funcionário da área comercial na cabine”, disse o relator da
CPI, deputado Marco Maia (PT-RS).

O presidente da Embraer, Frederico Curado, prestou depoimento nesta terça-feira à CPI e negou a presença de um funcionário na cabine do Legacy. “O piloto e o co-piloto são única e exclusivamente responsáveis pela condução de uma aeronave. Não tínhamos piloto nem co-piloto. Tínhamos pessoas da Embraer, da área comercial, acompanhando o vôo. Não há qualquer possibilidade de associação entre empregados da Embraer na questão de diálogos de cabine”.

Amanhã, os parlamentares colhem o depoimento de Daniel Bachmann, um dos funcionários da Embraer que estavam no jato. Ele esteve hoje no depoimento de Curado, mas o presidente da CPI, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), pediu para que ele se retirasse do local.

O relator da comissão se disse surpreso com o fato de Curado negar conhecer Bachmann. “Nos trouxe surpresa ele [Bachmann] estar aqui e o presidente da empresa [Curado] não saber que ele estava. Isso não é uma coisa normal”, disse Maia. 

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