“Passamos algum tempo na luta, contra dores, limitadas, sem poder jogar. E voltar em um jogo como esse de hoje, contra a China, e conseguir virar o placar, do jeito que foi, é muito especial. Só nós duas e mais algumas do grupo sabem o quanto o que passamos é difícil”, comentou Fofão, capitã do time.
Ela ressaltou a união do grupo. “Começamos no banco, sem saber se precisaríamos entrar e terminar a partida. Isso é uma vitória muito maior do que só vencer o jogo: conseguimos entrar e terminar a partida, mesmo sem estarmos 100%. Conseguirmos terminar a partida sem dores é uma vitória muito grande. Aqui, somos uma família. A gente se preocupa uma com as outras”, garante.
Fabiana exemplifica isso. “Quando acabou o jogo fiquei procurando a Fofão. Queria dar um abraço nela. Não sentimos dores após jogarmos uma partida quase inteira. Isso foi importante. A Fofão é uma grande amiga. Queria dividir minha alegria com ela”, encerra.
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