O evento, approved muito esperado entre os game-maníacos, no rx começou neste sábado. E o Distrito Federal está bem representado: ao todo, cialis 40mg 17 brasilienses chegaram às finais do WCG.
Rodrigo Nunes é um deles. Ele, que mora em Ceilândia e joga Need for Speed Carbono, tem boas chances de conquistar a prova: em 2006, Rodrigo foi vice-campeão da etapa brasileira e ficou em primeiro lugar no Pan-Americano. O brasiliense, que tem 17 anos, treina três horas por dia, apesar da implicância da mãe: “Ela costuma reclamar”, diz o garoto. Mas ele garante que o tempo de treino não atrapalha as notas na escola.
A concepção da World Cyber Games é da ICM, uma empresa coreana. Mas é a Samsung a principal organizadora do evento, que está na sua sétima edição – a quinta a incluir uma etapa brasileira. E o país vem fazendo bonito: no total de conquistas de todas as categorias, o Brasil é o oitavo do mundo e o primeiro das Américas.
Antes da final brasileira, foi disputada a etapa Pan-Americana do World Cyber Games. E o Brasil foi, pelo segundo ano consecutivo, o dono do primeiro lugar na premiação geral, com quatro medalhas de ouro e uma de bronze.
O perfil dos finalistas do WCG é bastante fácil de se identificar. São, na maioria, garotos que têm entre 15 e 18 anos. Nenhuma menina está entre os finalistas do torneio. E é difícil encontar um participante com mais de 20 anos. Apesar de os competidores levarem a sério o torneio (alguns contam com patrocínio), o ânimo dos gamers parece decair com o tempo. Como explica o vitorioso ceilandense Rodrigo Nunes: “Vou competir por mais dois anos. Depois, só vou jogar por diversão”.
A expectativa é que circulem pelo pavilhão do WCG cerca de 10 mil pessoas neste fim de semana. O maior movimento é esperado neste domingo, quando saem os campeões de todas as categorias. Dos 168 competidores brasileiros, 16 irão à final mundial em Seattle, nos Estados Unidos.
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