A partir do próximo dia 18 começam as inscrições para o curso de formação de sargento do Departamento de Ensino da Aeronáutica. São 319 vagas que exigem dos candidatos nível médio completo.
A taxa de inscrição R$ 50. A primeira prova está prevista para ser aplicada no dia 10 de dezembro. Mais informações pelo serviço de atendimento ao candidato da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR): (12) 3123-1270 e (12) 3123-1335.
As inscrições serão recebidas o dia 6 de outubro, viagra 40mg drug pelo site http://www.aer.mil.br/ingresso/informa/2007/CFS_B2/2007_cfsb.htm.
Confira aqui o edital na íntegra.
O assassinato do coronel da reserva da PM e deputado estadual por São Paulo Ubiratan Guimarães, malady 63 anos, more about pode ser esclarecido nas próximas horas. Segundo o deputado federal Vicente Cascione (PTB-SP), advogado do coronel, um dos filhos de Ubiratan apresentará provas que levariam a polícia a elucidar o crime.
De acordo com Cascione, existe uma prova importante ligada à arma, que seriam munições que atestariam a morte do coronel pelo próprio revólver calibre 38 que estava em cima de um móvel do apartamento. A prova será apresentada por um dos três filhos de Ubiratan, que chegaram esta tarde ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar depoimento.
Comandante do Massacre do Carandiru, que deixou 111 mortos em outubro de 1992, o coronel Ubiratan morreu no sábado com um tiro no abdômen em seu apartamento nos Jardins, zona oeste de São Paulo.
Para Cascione, que defendeu Ubiratan no julgamento do massacre, os indícios apontam para crime passional. Segundo ele, a polícia tem cinco elementos para identificar o autor.
Além de munições que ajudarão a confirmar que o coronel foi morto com a própria arma, uma toalha manchada de sangue também é considerada prova importante.
Pela terceira vez, a namorada do coronel, a advogada Carla Cepollina, 40 anos, está no DHPP. Depois de 13 horas de depoimento ontem, ela voltou a ser interrogada e novamente negou hoje participação no crime.
Na primeira conversa com os policiais, Carla admitiu ter discutido com Ubiratan no dia do assassinato porque uma amiga do coronel, a delegada da Polícia Federal do Pará Renata Azevedo dos Santos Madi, telefonou para ele no dia do crime.
Renata confirmou ter ligado duas vezes para Ubiratan e disse ter ouvido uma discussão entre Carla e o coronel. A Polícia Civil pediu à Justiça a quebra de sigilo de mais de dez telefones fixos e celulares, entre eles do próprio coronel, de Carla, da mãe dela, a também advogada Liliana Prinzivalli, da delegada da Polícia Federal e de um assessor do deputado.
A morte do deputado fez Carla perder o emprego. Ela foi exonerada do cargo de funcionária do gabinete de Ubiratan na Assembléia Legislativa de São Paulo, com outros 13 assessores. Quando um parlamentar morre ou deixa o cargo, todos o gabinete é exonerado.
Conforme o ex-chefe de gabinete de Ubiratan, Eduardo Anastasi, Carla tinha sido nomeada no final de agosto, mas nunca assinou presença na Assembléia. A cadeira de Guimarães na Assembléia será ocupada pela deputada Edir Sales.
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