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Brasil

Fabiana e Sassá treinam e devem enfrentar Azerbaijão

Arquivo Geral

07/11/2006 0h00

Dúvidas para a estréia do Brasil na segunda fase do Campeonato Mundial feminino de Vôlei, a ponteira Sassá e a meio-de-rede Fabiana treinaram normalmente nesta terça-feira e devem enfrentar o Azerbaijão às 5h (de Brasília) desta quarta-feira.

As duas são os destaques da equipe na competição. Responsável por bons bloqueios no início da disputa, Fabiana não joga há três partidas por conta de dores na região abdominal. Sassá, que arrumou o passe nacional ao substituir Mari, torceu o tornozelo direito durante o aquecimento da partida contra Camarões. “Treinei hoje e comecei bem devagar, mas graças a Deus não senti nada. Se o Zé precisar, acho que já dá para entrar. Estou me sentindo bem”, conta Fabiana.

Quem também preocupa é a levantadora Fofão: a capitã da equipe tem apresentado dores na panturrilha desde a estréia contra Porto Rico e trabalhou leve durante o treino. Assim como nos últimos jogos, ela deve começar na reserva, cedendo lugar para Carol Albuquerque. Em caso de necessidade, entra em quadra mais uma vez no sacrifício.“Hoje ajudei um pouquinho o grupo. Esse contato com a bola é importante. Ficar fora é muito ruim, mas as dores estão diminuindo”, explica a atleta.

Ao menos por enquanto técnico José Roberto Guimarães optou pela prevenção. “A Sassá está melhor, pode começar fora por opção. Mas no decorrer do jogo, se for necessário ela pode jogar. Fabiana ainda requer cuidados, mas também, se precisarmos, joga. A Fofão não tem condições. Ela pode entrar no jogo, como já vem acontecendo. Ainda não é possível sair com ela e deixar que jogue normalmente. Vamos contar com ela nos momentos mais complicados da partida”, explicou.

“Temos de segurar a Fofão. Ela está otimista, nós também, mas precisamos manter os pés no chão. Sabemos que está se locomovendo ainda com dificuldade, ainda sente dores. Por isso, precisamos ser cautelosos. Não adianta colocar a Fofão na partida, correr o risco de que ela sofra uma lesão mais séria e não poder contar com ela nos momentos mais difíceis. Dos males o menor. Contar com ela nos momentos mais complicados e saber que vai poder ajudar, está ótimo para nós”, complementou o treinador. 

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