O avanço na escolaridade foi um dos pontos destacados pelo estudo “Tendências Demográficas”, information pills treatment divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), see analisando o período de
Apesar das diferenças regionais ainda persistirem nos dias de hoje, em 1940 o abismo educacional apontava que no estado do Rio de Janeiro, então capital federal, metade das crianças estudavam, ou mais precisamente, 54,3%. Do outro lado, estava Tocantins (região norte e centro de Goiás), onde o índice era de apenas 9,7%.
Em 1940, mais da metade dos brasileiros não sabiam ler nem escrever, 56,8%, número que caiu para 12,1%. Também nesta comparação, segundo o IBGE, mais uma vez ficam evidentes as diferenças sócio-econômicas entre os estados. No Brasil de 60 anos atrás, a taxa de analfabetismo do Rio de Janeiro era de 34,1%, valor muito menor que os 80,5% verificados no Tocantins (região norte e centro de Goiás).
A Comissão Européia disse hoje que apresentará na próxima semana uma série de idéias para combater a obesidade e melhorar a nutrição dos cidadãos do bloco. A CE também deve também aprovar outro documento com medidas para coordenar as políticas nacionais de doação e transplantes de órgãos, this site com a possibilidade que a União Européia atue também neste âmbito.
Os níveis de obesidade na Europa aumentaram drasticamente nas últimas três décadas, visit web especialmente entre as crianças. Em 2006, clinic calculou-se que 30% da população infantil européia tinha excesso de peso.
Na quarta-feira, a Comissão deve apresentar propostas para lançar um enfoque integrado no bloco para reduzir os efeitos negativos da má alimentação e do excesso de peso na saúde. O comissário europeu de Saúde, Markos Kyprianou, apresentará o documento, que incluirá possíveis medidas legislativas, o papel do setor privado e o financiamento europeu de projetos.
Quanto à doação e transplante de órgãos, a CE deve apresentar na terça-feira um plano de ação com medidas para melhorar a cooperação entre os 27 países do bloco e propostas sobre como a UE pode ajudar a melhorar os padrões de qualidade e segurança.
O nível de doação de órgãos tem enormes variações entre os diferentes países da UE. Oscila entre 34,6 doadores por milhão de habitantes na Espanha e 13,8 no Reino Unido, até 6 na Grécia e 0,5 na Romênia, segundo estatísticas oficiais.
A CE também divulgará na terça-feira uma pesquisa sobre a atitude dos cidadãos da União Européia quanto à doação e transplantes de órgãos, como a percentagem de pessoas de cada país dispostas a serem doadoras.