O vírus está presente em 44 dos 50 estados do país e os que registraram mais casos são Illinois, Wisconsin, Arizona, Nova York e Califórnia, segundo informou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês).
Os EUA ultrapassaram esta semana o México como o país com o maior número de casos comprovados, mas com duas mortes até agora, está muito atrás das 48 da nação vizinha.
Segundo dados de hoje, o número de infectados vivos subiu a 1.578 no México. Ao mesmo tempo, foi confirmada a primeira morte pela gripe fora da América do Norte, de uma pessoa na Costa Rica.
O CDC alertou que prevê “mais casos, mais hospitalizações e mais mortes por este surto” nos próximos “dias e semanas” nos EUA.
Mesmo assim, os 166 colégios que permanecem fechados por terem apresentado casos da gripe entre seus alunos e professores reabrirão suas portas entre segunda e terça-feira.
Entre eles está a escola no Texas onde lecionava Judy Trunnell, que morreu na terça-feira passada por causa da doença. O outro caso de morte nos EUA foi de um bebê mexicano que visitava parentes nesse mesmo estado.
Anne Schuchat, da direção do CDC, disse hoje à imprensa que os casos confirmados e suspeitos de contágio do vírus somam quase três mil nos EUA, mas que só 104 pessoas estão hospitalizadas.
O número de casos aumentou exponencialmente nos últimos dias, embora isso se deva a uma melhora nos teste de detecção, segundo o CDC, que começou a enviar seu novo sistema de diagnóstico ao exterior para ter uma visão mais exata da amplitude do problema.
A gripe suína se estendeu a 29 países, onde infectou 3.440 pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE