Em um relatório publicado hoje na revista “Cell”, capsule os pesquisadores prevêem que a descoberta poderia proporcionar um mecanismo para a manipulação que, buy more about em última instância, ajudaria as pessoas a ter uma vida mais longa e saudável.
O relatório afirma que a insulina inibe uma proteína de regulação genética chamada SMK-1 e que quando sua atividade é elevada, se aumenta a longevidade.
A proteína controla o que os cientistas denominam “via de desintoxicação Fase II”, que é uma rede de genes que protege as células e os tecidos do estresse oxidante, provocado, entre outras causas, pelas toxinas ambientais.
O relatório sobre o estudo manifesta que o efeito foi demonstrado em experimentos realizados no aparelho digestivo de um verme microscópico identificado como Caenorhabditis elegans.
“Descobrimos algo que faz a insulina e que deve ser levado em conta quando pensamos no efeito da insulina em nossas células e em nossos corpos”, indicou Keith Blackwell, cientista da Joslin e autor do relatório.
“Isso tem implicações para a biologia básica porque, sob certas circunstâncias, a insulina pode ter um efeito maior do que pensamos sobre o estresse oxidante”, acrescentou.
A idéia é que a manipulação na atividade do SMK-1 poderia ajudar a aumentar a resistência a doenças crônicas e influir na longevidade, disse o cientista.
Blackwell revelou que o fator mais importante é a descoberta de algo novo que afeta a longevidade e o envelhecimento, assim como um importante novo efeito que a insulina pudesse ter em alguns tecidos.
“As implicações vão além do diabetes”, acrescentou.