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Brasil

Estrangeiras mal chegam e já vão treinar

Arquivo Geral

23/02/2007 0h00

De olho na manutenção da supremacia dos Estados Unidos no Desafio das Rainhas, as norte-americanas Kerri Walsh e Rachel Wacholder não perderam tempo na preparação. Elas chegaram ao Brasil na manhã desta sexta-feira e, depois de uma rápida passagem no hotel apenas para deixar as malas, partiu para a arena do evento e fizeram um treino que durou cerca de 1h30min.

As duplas estrangeiras nunca perderam uma edição da disputa. Desta vez, porém, a escrita está ameaçada por Juliana e Larissa, atuais bicampeãs mundiais. “Vai ser divertido e bastante difícil. A Larissa e a Juliana formam hoje o time mais forte do Brasil. Elas sacam bem, atacam bem e quase não erram. São difíceis de serem batidas, mas não é impossível vencer”, avisa Walsh.

Nesta edição do Desafio das Rainhas, Walsh terá a companhia de Wacholder. “Nós nos damos muito bem. A Rachel é ótima na defesa, me passa uma boa energia e eleva o nível do jogo. Sem contar que ela é uma grande amiga”, disse Walsh, fazendo questão de deixar bem claro que sua parceria com Misty May vai muito bem.

Mas para quem pensa que a parceria temporária com Wacholder é recente se engana. As duas jogaram juntas em 2004, logo depois dos Jogos Olímpicos de Atenas, na Grécia. “Disputamos três torneios da FIVB e fomos bem. Vencemos na Áustria e na França. Já na Noruega ficamos em terceiro. Fico à vontade com a Kerri. Ela é a melhor, fiquei muito feliz quando fui escolhida. Kerri tem uma coisa muito boa, ela se adapta facilmente”, lembrou Wacholder.

Bastante focada para o jogo deste domingo, a dupla americana começou a preparação com antecedência. “Fizemos alguns treinos juntas antes de vir para o Brasil, mas trabalhos iniciais, de começo de temporada. Esse torneio, apesar de ser só um jogo, é duro. Vamos enfrentar as melhores, é um desafio muito bom para começar o ano. Vai ser um jogo bastante disputado e bonito”, disse Rachel, que este ano terá uma nova parceira. “Vou jogar com a Tyra Turner. Ela está há apenas três anos na praia, mas tem um potencial muito bom. É uma aposta e acho que ela vai longe”, encerra.

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